quarta-feira, 26 de abril de 2017

Palocci contrata advogado para delação. Má notícia para o molusco.

Ex-ministro dos Governos Lula e Dilma, preso desde setembro na Operação Omertà, Antonio Palocci fecha acordo com Adriano Bretas, de Curitiba, que já atuou na defesa de outros alvos da Lava Jato que decidiram romper o silêncio para escapar da prisão; a informação foi revelada pelo site O Antagonista. (Foto: Reprodução )
O ex-ministro Antonio Palocci (Fazenda e Casa Civil-Governos Lula e Dilma) decidiu contratar o escritório de advocacia Adriano Bretas, de Curitiba, para negociar delação premiada com o Ministério Público Federal. A informação foi revelada nesta quarta-feira, 26, pelo site O Antagonista. 

Preso desde setembro de 2016 na Operação Omertà – desdobramento da Lava Jato -, Palocci vinha sendo defendido pelo criminalista José Roberto Batochio. 

Veterano da advocacia, Batochio é conhecido por sua rígida posição contrária à delação premiada. Não há delatores entre seus clientes. 

Acuado, na iminência de ser condenado pelo juiz federal Sérgio Moro em ação penal por corrupção e lavagem de dinheiro, o ex-ministro parece mesmo disposto a fazer delação. 

Na semana passada, interrogado pelo juiz da Lava Jato, Palocci já acenou para essa possibilidade – ele disse que tem revelações a fazer, inclusive nomes, que podem levar a Lava Jato a trabalhar por ao menos mais um ano. 

No processo em que é réu, Palocci é apontado como o personagem ‘Italiano’, que consta da planilha de propinas da empreiteira Odebrecht. Os investigadores suspeitam que ele recebeu R$ 128 milhões da construtora e repassou parte da fortuna ao PT. 
                    *Com O Antagonista e O Estadão 

domingo, 23 de abril de 2017

O caldeirão da Odebrecht ferve e fede.

 Ex-ministra do STJ, Eliana Calmon, também está na Lista da Odebrecht.


A ex-ministra do STJ, Eliana Calmon, disse ao jornal Folha de S. Paulo que a Lava Jato também pegará o Judiciário.
Já pegou.
A própria Eliana Calmon foi citada na Lista da Odebrecht como beneficiária de R$ 300 mil, dinheiro usado na sua campanha para o Senado, 2014 (PSB), antes de ser nomeada ministra.
Claro que a ex-ministra não pegou o dinheiro diretamente. "Veio pelo Partido", avisou.
Por suposto.


Assim como as empresas "X", a Odebrecht também caminha para uma possível falência.


​​Esquecido no chão do Cárcere Eike Batista vive rezando para ver "Dom Lulone" preso.

E a estória se repete! O empresário, Eike Batista, no auge do governo petista tornou-se um dos homens mais ricos do mundo, mas de tanto ouvir as baboseiras de Lula e levá-lo em seus aviões, quebrou feio! Terminou na prisão com a cabeça raspada e comendo a gororoba da penitenciária.
Duvidando da praga, Emilio Odebrecht e seu filho Marcelo, também aceitaram a convivência fatídica com o ex- presidente “Lula Brahma” e, acreditando que iriam tomar conta do mundo usando a estratégia da corrupção, também se deram mal. Hoje, Marcelo está preso delatando "Deus e o mundo". Emílio, pai de Marcelo, amicíssimo do espertalhão e pé frio Lula da Silva, conhecido como “Amigo”, nas planilhas de propinas da Odebrecht, também está carregando na perna, uma tornozeleira e, desesperado, sem opção para salvar o filho, resolveu delatar quase toda a Republica apodrecida do Brasil.
Enquanto isso, o responsável por toda essa catástrofe por que passa o maior país da América do Sul, continua jurando inocência e dando a entender, que tudo o que vem sendo delatado a seu respeito, é muita mentira.
Hoje, segundo li na imprensa, um juiz norte-americano condenou a Odebrecht a pagar 2,6 bilhões de dólares em multas relacionadas ao escândalo gerado pela operação Lava Jato, assinando acordo entre a empresa e autoridades brasileiras, norte-americanas e suíças.
Os acordos com os Estados Unidos foram assinados porque parte do dinheiro da propina paga pela Odebrecht foi destinada a bancos norte-americanos e a projetos da empreiteira no país. Há, ainda, a suspeita do governo americano de que cidadãos ou empresas daquele país tenham cometido crimes em acordos com a Odebrecht.
No caso da Suíça, grande parte das propinas pagas no esquema de corrupção foi transferida e movimentada em bancos no país europeu.
Algumas destas propinas circularam por bancos dos EUA, disseram os promotores. A condenação desta segunda-feira veio enquanto a Odebrecht tenta negociar acordos com outros países, incluindo Argentina, Chile, Colômbia, Equador, México, Peru, República Dominicana, Venezuela, Panamá e Portugal.
As acusações contra a Odebrecht são resultados de uma investigação de quase três anos no Brasil sobre corrupção na estatal Petrobras, que levou a dúzias de detenções e agitação política brasileira. Depois disso, a empresa nunca mais será a mesma.

*Via blog alfocunha

sábado, 22 de abril de 2017

O “bon vivant” do agreste.


  Carlos José Marques,diretor editorial IstoÉ

Foi o amigo dileto, Emílio Odebrecht, que o ajuda desde os idos de 70 com presentes, agrados e muita propina, quem assim o classificou: “Lula é um bon vivant, não tem nada de esquerda, gosta de coisa boa!”. 

Mimos como uma conta aberta em seu nome no valor de R$ 40 milhões, com saques à disposição em dinheiro vivo na hora desejada, reformas de sítio, palestras regiamente pagas em troca de vantagens, apartamento, jatinhos, terreno, qualquer coisa. Era só o “chefe” mandar. Ou pedir. Ajuda meu filho, meu irmão, meu compadre, meu partido. Valia a pena. No universo idílico que ronda Lula tudo é fruto de uma benevolência extrema. Do toma-lá-da-cá. Dos favores. 

Nos idos dos anos 80, o memorável “Senhor Diretas” Ulysses Guimarães já diagnosticava com uma precisão cirúrgica: “o mau de Lula é que ele parece gostar de viver de obséquios”. Os fatos teimaram em demonstrar. Estavam certos Ulysses e o patriarca do grupo que agora faz a “delação do fim do mundo”. 

O petista sempre deu sinais nesse sentido. Quando da primeira vitória nas eleições presidenciais, lá foi ele comemorar com uma garrafa de vinho Romanée-Conti, ao custo de US$ 5 mil (paga por outro amigo, naturalmente). Lula jactava-se pelos ventos da sorte e pelas boas relações com os amigos.

Não há como negar: ele também é um fiel e generoso amigo. Ao menos dos ricos amigos, numa convivência tão estreita como promíscua. Fez mais por eles que recebeu. Não há dúvida. Foi capaz de prejudicar estatais e o povo que recolhe impostos em prol dos negócios da empresa do amigo Emílio.  
Seguiu sempre a surrada máxima “para os amigos, tudo!”. Com o patrimônio alheio – de cada um de nós, brasileiros. Você bancou a farra. Mas isso é detalhe. Não seria da conta de ninguém, é verdade, se o deplorável hábito de pedir tudo a todos ocorresse estritamente na platitude das relações desinteressadas.  
Infelizmente não foi bem assim. O que ele fez chama-se corrupção. Em benefício próprio e dos seus. Com a quebra inexorável das finanças de um País. Está evidenciado. Lula instaurou a corrupção como política de Estado. Em suas gestões, e na da sucessora Dilma , os desvios ganharam conotação de praga endêmica, institucionalizada e alastraram-se para cada departamento, autarquia ou organismo federal.  
Às favas com os escrúpulos. Lula hoje diz que as acusações são mentira. Só ele fala a verdade. Seria a história mais fabulosa do mundo um conluio tão bem arquitetado de delatores, que contam em requintes de detalhes as tramoias do grande líder, com o intuito exclusivo de condená-lo. 
Quem não se condói de tamanha injustiça? Lula agora reclama das noites insones, temerário de ser preso a qualquer momento. Os companheiros ideológicos desembarcam. O marxista Noam Chomsky, admirador de primeira hora, reclamou do partido e do seu criador que “simplesmente não pode manter as mãos fora da caixa registradora…que está roubando o tempo todo”.  
A alternativa do retirante nordestino que virou presidente – e acredita estar sendo penalizado por essa condição – é reagir no grito. Insistir na nauseabunda mentira. Seus convictos aliados – detentores de uma fé incondicional, que enxergam o homem quase como uma divindade, a despeito de seus reincidentes pecados – convocam a militância para armar um verdadeiro circo de protestos em frente à sede da Polícia Federal, em Curitiba, onde no próximo dia 3 acontece o que já vem sendo chamado como o “embate do século” entre o paladino da justiça, Sergio Moro, e o cacique objeto da cega veneração.  
Os mais extremados abarrotam as redes sociais com ameaças de “guerra civil”, num tom belicoso que extrapola para o crime, sem receio de reprimendas. A lei, ora a lei, não vale para o grande comandante. Quando você nasce como a alma mais honesta que existe, qualquer um precisa respeitar. Ele está acima dos demais. 
Não podem pairar dúvidas sobre seus atos. É preciso louvar a santidade. Ela não mente, não erra, não comete faltas. Onipotente, onisciente, acima do bem e do mal, não pode ser alcançada pelas infâmias da raia miúda, nem condenada pela justiça dos mortais. De forma alguma.  
Por esse modo muito peculiar de visão dos fatos, Lula não pediu nada a ninguém. Lula não levou propina. Não armou quadrilha de desvios. Muito menos costurou esquemas que lesaram o Tesouro. Aquele sítio, com notas frias, ora bolas, era do amigo. O tríplex, de outro amigo. O apê onde mora, também. Se de 2006 para cá uma empresa quis dar mais de R$ 10 bilhões, como confessou, em propinas para Lula e sua turma do poder, o problema é dela. Se ganhou como contrapartida grandes obras públicas, foi sorte. 
O Estádio do Corinthians, sonho de mais de R$ 1 bilhão de Lula, era merecido. Maldosos, os brasileiros! Há de se perguntar aos áulicos seguidores do petista se por acaso tiveram tempo e o cuidado de ouvir os depoimentos dos delatores, gravados em áudio e vídeo e mostrados a quem quisesse ver? 
Atentaram para o volume de informações, para a avalanche de evidências e provas já colhidas? É esse o País que desejam para si e para os seus, sob o julgo de um esquema de bandalheira sem fim? 
A ladroagem ilimitada e a arrogância populista não podem virar exemplo. Destruiu recentemente a Venezuela nas mãos do caudilho Hugo Chaves. Não podem se repetir pela ambição desmedida do “bon vivant” Lula. 
                             * Por Carlos José Marquesdiretor editorial da IstoÉ 

Alexandre Garcia comenta o fim de Lula e ironiza a CUT com medo de Bolsonaro.

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Porque hoje é Sábado, uma linda mulher.

A bela modelo Rose Rocha

O arsenal de Léo Pinheiro.

Léo Pinheiro vai entregar mais coisas.
Matheus Leitão, do G1, diz:
"Nas conversas com o Ministério Público Federal, Léo Pinheiro prometeu ainda mais informações do que aquelas apresentadas em depoimento ao juiz Sergio Moro.
O centro das tratativas do acordo diz respeito ao Lula, como já ficou demonstrado quando Léo Pinheiro disse que o ex-presidente o orientou a destruir provas. Mas também perpassa pela relação da companhia com o PT e seus tesoureiros".
Dezenas de provas colhidas pela Lava Jato demonstram que a cobertura no Guarujá sempre foi de Lula.
Merval Pereira, na GloboNews, debochou do argumento da defesa do Brahma:
"A denúncia de Léo Pinheiro tem documentos que comprovam a propriedade do apartamento do Guarujá. Inclusive, com documentos apreendidos no apartamento do ex-presidente Lula, quando ele foi levado coercitivamente para depor. Tem até uma certidão de compra, com o número do apartamento rasurado. O próprio advogado de Lula forçou Léo Pinheiro, no depoimento ao juiz Sergio Moro, a responder que pagara com propina a cobertura para o ex-presidente." 
* Via O Antagonista

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Lula tenta enrolar Sergio Moro.

O molusco é um pândego, até com a Justiça ele quer fazer brincadeiras sem sentido.
   
 Indicar 87 testemunhas é um exagero. Afinal, Lula não fez nada em praça pública.
Lembrando o que já ocorrera quando do julgamento do “Mensalão do PT”, que levou o então ministro Joaquim Barbosa a reclamar pela demora da conclusão do processo, os advogados do ex-presidente Lula arrolaram nada menos que 87 testemunhas em um dos processos que ele responde na Operação Lava-Jato, sob a alegação de era para garantir o amplo direito de defesa, um dos pontos altos da democracia. 
No entanto, tudo não passa de um deboche e uma atitude leviana, apenas para atrasar a decisão final sobre uma de suas falcatruas. Quebraram a cara, e já estão esperneando, visto que o juiz Sérgio Moro determinou que Lula comparecesse a todas as 87 audiências. Um autêntico golpe de mestre, e agora a defesa do petista está protestando e apelando, porque Lula queria atrasar o julgamento e ficar fazendo campanha eleitoral viajando pelo país. 
Agora, vamos tirar um dúvida. Se os crimes pelos quais Lula é acusado não foram cometidos em praça pública, por quê ele apresentou 87 testemunhas? Ele mesmo disse um dia que era uma jararaca, e cobra não costuma deixar rastros. É bom que o ex-presidente fique atento, porque é certo que o juiz Sérgio Moro já deve ter suas convicções sobre as denúncias, motivo pelo qual Lula esteja tão desesperado e tente adiar tanto quanto possível seu julgamento. Não é nada improvável que após sua audiência com moro no dia 3 de maio ele seja obrigado a mudar de residência de São Bernardo do Campo para Curitiba.

sábado, 15 de abril de 2017

Que Justiça é essa? Que país é este?

"Era ele ou eu" disse a mulher condenada a 30 anos de prisão por matar estuprador de sua filha!
A mulher presa, Naomi de 30 anos , matou o estuprador de sua filha foi condenada em regime fechado a cumprir pena de 30 anos pelo assassinato do homem que estuprou sua filha deficiente de 03 anos de idade.
O juiz condenou a mulher por : HOMICÍDIO CRUEL E SEM POSSIBILIDADE DE DEFESA PARA A VÍTIMA.
Naomi  não conseguindo conter se ao ver as fotos do abuso no celular do agressor , ela enfrentou e esfaqueou com requintes de crueldade , como diz o EXTRA , o sujeito agredido acabou por morrer no hospital após ser socorrido pela policia. O que  todo mundo diz , é que eles é que também teriam matado o homem que teria feito o  estupro
Ela continua presa, apesar de a advogada ter apresentado provas que justificariam a legítima defesa. Sua detenção é ilegal, uma vez que o código penal  Federal estabelece legítima defesa quando a vítima “repele um agressão real, atual ou iminente e sem razão”. Isso quer dizer que, pela lei, essa pessoa não somente não pode ser condenada, mas sua conduta não é reprovável.
Ao se comprovar a legítima defesa, ao não ser considerado um delito o crime contra seu agressor, ela teria de ser imediatamente libertada, mas a Procuradoria Geral de Justiça do Distrito Federal (PGJDF) ainda não acredita no estupro, declarando, por meio do procurador, que ainda estão coletando provas e fazendo diligências.
* Via gazetapop.com