domingo, 25 de junho de 2017

Apesar do mimimi de muitos com a publicação do seu vexame, Fabio Assunção pede desculpas.

  Após ser detido em Arcoverde, Fabio Assunção se pronuncia pelo Instagram: "lamento muitíssimo".

O ator Fabio Assunção usou seu perfil no Instagram na noite deste sábado (24) para falar sobre sua detenção nesta madrugada na cidade pernambucana de Arcoverde, após uma festa de São João. O ator estava acompanhado da namorada, Pally Siqueira, natural de Arcoverde, e preparava uma versão de seu documentário Eu Sonho Para Você Ver, sobre a tradição do samba de coco, para ser exibida na festa. Após o evento, ele se envolveu em uma briga, quebrou o vidro de uma viatura policial e xingou militares.
"Lamento muitíssimo o ocorrido em Arcoverde. Era uma noite de celebração. Tínhamos acabado de exibir nosso documentário filmado no sertão pernambucano no palco principal do festival de São João. Então fomos com a equipe confraternizar e a situação saiu do controle. Infelizmente aconteceu uma briga. Errei ao me exceder. Não fiz uso de nenhuma droga ilícita - o que será comprovado pelo exame toxicológico que eu mesmo pedi para ser feito. Serei responsável pelos danos causados. Agora estou bem. Agradeço pelas tantas manifestações de carinho e apoio que recebi. Peço a todos sinceras desculpas. Não é fácil, mas reconhecer meus erros e procurar sempre aprender com eles é o que eu desejo", escreveu o ator na rede social.
Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram o ator no momento da detenção. Procurada por QUEM, a assessoria do artista não quis se manifestar sobre o caso.
Em nota oficial, a Secretaria de Segurança Publica de Pernambuco falou sobre o ocorrido: "A Polícia Militar informa que, na madrugada de hoje (24/06), foi acionada para mandar uma viatura para o Hospital Memorial Arcoverde. Lá, o ator Fábio Assunção, levado para a unidade por ter se envolvido em uma briga no Pátio de Eventos da cidade, teria ficado agressivo com as pessoas. Por isso, os funcionários da unidade chamaram a polícia. Ao chegar ao local, porém, a viatura não encontrou mais o ator e retornou ao Pátio de Eventos.
No caminho, os policiais foram acionados por duas jovens, que alegaram estar sendo ameaçadas pelo ator. Ao tentar levar as partes para esclarecer os fatos na delegacia, Fábio Assunção ficou agressivo e se negou a entrar na viatura, sendo necessário o uso de algemas para levá-lo. Ao ser colocado no xadrez da viatura ele ficou ainda mais violento, e quebrou o vidro traseiro do veículo.
Diante do exposto, a ocorrência foi encaminhada para a Delegacia Seccional. A delegada Cristina Gomes, que estava de plantão, fez a escuta de testemunhas. As ouvidas continuam até o momento.
Fábio Assunção está sendo autuado por dano qualificado ao patrimônio público, desacato a autoridade, desobediência e resistência à prisão. Como o total das penas soma mais que três anos de reclusão, não cabe, no caso, o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Por isso, o ator será encaminhado para exames clínicos no IML e, posteriormente, apresentado na audiência de custódia."
Segundo Eduardo Araújo, escrivão da Delegacia de Polícia da 156ª Circunscrição de Arcoverde, Fabio foi liberado após pagar uma fiança equivalente a dez salários mínimos (R$ 9.370).

* Via revistaquem.globo.com/

sábado, 24 de junho de 2017

E agora, de quem é o sítio de Atibaia?

Federal emite laudo afirmando que fita gravada de Joesley com Temer não foi editada.



Michel Temer e Joesley Batista 
Agência O Globo

BRASÍLIA - Laudo da Polícia Federal concluiu que não houve edição nas gravações feitas pelo dono da JBS Joesley Batista. Segundo os peritos, há cerca de 200 interrupções no áudio em que Joesley aparece falando com o presidente Michel Temer, mas que elas estão relacionadas ao equipamento usado pelo empresário. 

O laudo só será entregue pela Polícia Federal ao Supremo Tribunal Federal (STF) na próxima semana. O material ainda será anexado à parte do inquérito que permanece na PF. Quando o delegado concluir a segunda parte da investigação, que trata do crime de obstrução à justiça, o material será remetido ao STF. 

Na conversa, Batista fala sobre a compra de um procurador da República, a manipulação de dois juízes federais e o pagamento de propina ao ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e ao operador financeiro Lúcio Bolonha Funaro. O suborno sistemático seria uma forma de impedir que os dois fizessem acordo de delação. 

Batista diz ainda que, com o ex-ministro Geddel Vieira Lima fora de circulação, precisaria de um novo interlocutor. Temer indica o ex-assessor Rocha Loures. Batista pergunta, então, se poderia tratar de "tudo" com Loures. "Tudo" responde Temer. 

Munido da gravação e outros documentos, Batista fez um acordo de delação premiada para delatar Temer e Loures, entre outros políticos. Depois da conversa de Temer com Batista, Loures entrou em cena, tratou de decisões e cargos estratégicos com o empresário e, não demorou muito, acabou sendo filmado correndo pelas ruas de São Paulo com uma mala com R$ 500 mil recebida de Ricardo Saud, operador da propina da JBS. 

A propina seria a primeira parcela de um suborno que, ao longo de 25 anos, ultrapassaria a casa dos R$ 600 milhões. Em depoimento ao Ministério Público Federal, Saud disse que o dinheiro seria para Temer. Interrogado pela Polícia Federal, Batista reafirmou que o dinheiro seria para o grupo de Temer. A perícia é importante, mas não chega a ser considerada essencial pela Procuradoria-Geral da República. Para os investigadores, outras provas já seriam suficientes para oferecer denúncia contra Temer e Loures. 
                   * Por Jailton de Carvalho, em O Globo

Porque hoje é Sábado, uma linda mulher.

A bela atriz Michelle Pfeiffer, uma beleza que o tempo não apagou.

Para esconder patrimônio, Lula pede sigilo em inventário de Marisa Letícia.

Descrição: http://fotos.jornaldacidadeonline.com.br/uploads/fotos/650x0_1498304114_1111884911.jpeg
Lula é infame e os seus advogados são patéticos.
Nos autos de inventário de Marisa Letícia que tramitam na Comarca de São Bernardo do Campo, a dupla de causídicos, sogro e genro, Roberto Teixeira e Cristiano Zanin, pediu sigilo processual.
A alegação contida na infame peça protocolada é de que o inventariante (Lula) ‘acostará aos autos documentação financeira sua e de sua falecida mulher, o que trará uma indesejável exposição sobre informações de sua vida privada e de seu patrimônio’.
Os advogados alegam ainda que ‘a legislação adjetiva admite a tramitação em segredo de justiça para as causas nela enumeradas e em todas aquelas em que caracterizada uma situação excepcional que justifique a medida’.
Parece óbvio que tentam ocultar algo.
O alvo da ocultação, na realidade, não são os adversários, mas a militância, que certamente ficará perplexa com a quantidade de bens que a ex-primeira dama amealhou. Sem trabalhar, diga-se de passagem.
Veja abaixo parte do petitório protocolado:

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Se Lula for condenado, não será preso.



Renato Duque, diretor da Petrobrás indicado pelo PT, delata Lula: "Ele era o pai da corrupção".

O ex-diretor da Petrobras Renato Duque, PT, passou por novo interrogatório conduzido pelo juiz Sergio Moro nesta quarta-feira. A sessão foi um pedido de sua defesa, sob a alegação que Duque deseja fazer delação premiada.
Esta é a primeira vez que um alto dirigente do PT resolve delatar.
Duque afirmou que o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto começou a operar propinas para o Partido antes mesmo de assumir o cargo, em 2010. E que comandava o esquema a mando do então presidente Lula. 
Noutro momento da delação, Renato Duque admitiu que o PT recebeu parte da propina das obras do Cenpes, o Centro de Pesquisas da Petrobras, no Rio de Janeiro. Segundo o ex-diretor da estatal, o dinheiro foi repassado a Paulo Ferreira, ex-tesoureiro que pediu hoje para ser reinterrogado por Moro no mesmo processo.

Alexandre Garcia comenta decisão covarde de Fachin que tirou Lula das mãos de Sérgio Moro.

video

Significado da sigla IPVA.


Partidos no Brasil nadam em grana.

O Fundo Partidário já distribuiu mais de R$ 2,1 bilhões aos 35 partidos brasileiros desde que os eleitos no pleito de 2014 tomaram posse. Em 2015, o valor distribuído aos partidos chegou a R$ 8,45 por voto obtido nas urnas ou 60% mais que os € 1,42 (R$5,26) pagos na França, berço da democracia moderna.
A principal diferença, porém, não é o valor, mas os requisitos de desempenho eleitoral para pôr a mão na grana. Na França, os partidos precisam ter 1% dos votos em 50 circunscrições para receberem dinheiro e mais € 37 mil/ano (R$137 mil) por deputado.
Por aqui, antes mesmo de disputar uma eleição os partidos já recebem, mas a divisão é de acordo com a bancada na Câmara dos Deputados.
Campeões nas urnas, em 2014, PT, PSDB e PMDB embolsaram mais de R$ 636 milhões do Fundo, quase o orçamento do STF para 2017.
Criados depois de 2014 e, portanto, sem eleger sequer um deputado, Rede, PMB e Novo receberam R$ 10,6 milhões desde a fundação.
robsonpiresxerife