domingo, 25 de junho de 2017

Apesar do mimimi de muitos com a publicação do seu vexame, Fabio Assunção pede desculpas.

  Após ser detido em Arcoverde, Fabio Assunção se pronuncia pelo Instagram: "lamento muitíssimo".

O ator Fabio Assunção usou seu perfil no Instagram na noite deste sábado (24) para falar sobre sua detenção nesta madrugada na cidade pernambucana de Arcoverde, após uma festa de São João. O ator estava acompanhado da namorada, Pally Siqueira, natural de Arcoverde, e preparava uma versão de seu documentário Eu Sonho Para Você Ver, sobre a tradição do samba de coco, para ser exibida na festa. Após o evento, ele se envolveu em uma briga, quebrou o vidro de uma viatura policial e xingou militares.
"Lamento muitíssimo o ocorrido em Arcoverde. Era uma noite de celebração. Tínhamos acabado de exibir nosso documentário filmado no sertão pernambucano no palco principal do festival de São João. Então fomos com a equipe confraternizar e a situação saiu do controle. Infelizmente aconteceu uma briga. Errei ao me exceder. Não fiz uso de nenhuma droga ilícita - o que será comprovado pelo exame toxicológico que eu mesmo pedi para ser feito. Serei responsável pelos danos causados. Agora estou bem. Agradeço pelas tantas manifestações de carinho e apoio que recebi. Peço a todos sinceras desculpas. Não é fácil, mas reconhecer meus erros e procurar sempre aprender com eles é o que eu desejo", escreveu o ator na rede social.
Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram o ator no momento da detenção. Procurada por QUEM, a assessoria do artista não quis se manifestar sobre o caso.
Em nota oficial, a Secretaria de Segurança Publica de Pernambuco falou sobre o ocorrido: "A Polícia Militar informa que, na madrugada de hoje (24/06), foi acionada para mandar uma viatura para o Hospital Memorial Arcoverde. Lá, o ator Fábio Assunção, levado para a unidade por ter se envolvido em uma briga no Pátio de Eventos da cidade, teria ficado agressivo com as pessoas. Por isso, os funcionários da unidade chamaram a polícia. Ao chegar ao local, porém, a viatura não encontrou mais o ator e retornou ao Pátio de Eventos.
No caminho, os policiais foram acionados por duas jovens, que alegaram estar sendo ameaçadas pelo ator. Ao tentar levar as partes para esclarecer os fatos na delegacia, Fábio Assunção ficou agressivo e se negou a entrar na viatura, sendo necessário o uso de algemas para levá-lo. Ao ser colocado no xadrez da viatura ele ficou ainda mais violento, e quebrou o vidro traseiro do veículo.
Diante do exposto, a ocorrência foi encaminhada para a Delegacia Seccional. A delegada Cristina Gomes, que estava de plantão, fez a escuta de testemunhas. As ouvidas continuam até o momento.
Fábio Assunção está sendo autuado por dano qualificado ao patrimônio público, desacato a autoridade, desobediência e resistência à prisão. Como o total das penas soma mais que três anos de reclusão, não cabe, no caso, o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Por isso, o ator será encaminhado para exames clínicos no IML e, posteriormente, apresentado na audiência de custódia."
Segundo Eduardo Araújo, escrivão da Delegacia de Polícia da 156ª Circunscrição de Arcoverde, Fabio foi liberado após pagar uma fiança equivalente a dez salários mínimos (R$ 9.370).

* Via revistaquem.globo.com/

sábado, 24 de junho de 2017

E agora, de quem é o sítio de Atibaia?

Federal emite laudo afirmando que fita gravada de Joesley com Temer não foi editada.



Michel Temer e Joesley Batista 
Agência O Globo

BRASÍLIA - Laudo da Polícia Federal concluiu que não houve edição nas gravações feitas pelo dono da JBS Joesley Batista. Segundo os peritos, há cerca de 200 interrupções no áudio em que Joesley aparece falando com o presidente Michel Temer, mas que elas estão relacionadas ao equipamento usado pelo empresário. 

O laudo só será entregue pela Polícia Federal ao Supremo Tribunal Federal (STF) na próxima semana. O material ainda será anexado à parte do inquérito que permanece na PF. Quando o delegado concluir a segunda parte da investigação, que trata do crime de obstrução à justiça, o material será remetido ao STF. 

Na conversa, Batista fala sobre a compra de um procurador da República, a manipulação de dois juízes federais e o pagamento de propina ao ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e ao operador financeiro Lúcio Bolonha Funaro. O suborno sistemático seria uma forma de impedir que os dois fizessem acordo de delação. 

Batista diz ainda que, com o ex-ministro Geddel Vieira Lima fora de circulação, precisaria de um novo interlocutor. Temer indica o ex-assessor Rocha Loures. Batista pergunta, então, se poderia tratar de "tudo" com Loures. "Tudo" responde Temer. 

Munido da gravação e outros documentos, Batista fez um acordo de delação premiada para delatar Temer e Loures, entre outros políticos. Depois da conversa de Temer com Batista, Loures entrou em cena, tratou de decisões e cargos estratégicos com o empresário e, não demorou muito, acabou sendo filmado correndo pelas ruas de São Paulo com uma mala com R$ 500 mil recebida de Ricardo Saud, operador da propina da JBS. 

A propina seria a primeira parcela de um suborno que, ao longo de 25 anos, ultrapassaria a casa dos R$ 600 milhões. Em depoimento ao Ministério Público Federal, Saud disse que o dinheiro seria para Temer. Interrogado pela Polícia Federal, Batista reafirmou que o dinheiro seria para o grupo de Temer. A perícia é importante, mas não chega a ser considerada essencial pela Procuradoria-Geral da República. Para os investigadores, outras provas já seriam suficientes para oferecer denúncia contra Temer e Loures. 
                   * Por Jailton de Carvalho, em O Globo

Porque hoje é Sábado, uma linda mulher.

A bela atriz Michelle Pfeiffer, uma beleza que o tempo não apagou.

Para esconder patrimônio, Lula pede sigilo em inventário de Marisa Letícia.

Descrição: http://fotos.jornaldacidadeonline.com.br/uploads/fotos/650x0_1498304114_1111884911.jpeg
Lula é infame e os seus advogados são patéticos.
Nos autos de inventário de Marisa Letícia que tramitam na Comarca de São Bernardo do Campo, a dupla de causídicos, sogro e genro, Roberto Teixeira e Cristiano Zanin, pediu sigilo processual.
A alegação contida na infame peça protocolada é de que o inventariante (Lula) ‘acostará aos autos documentação financeira sua e de sua falecida mulher, o que trará uma indesejável exposição sobre informações de sua vida privada e de seu patrimônio’.
Os advogados alegam ainda que ‘a legislação adjetiva admite a tramitação em segredo de justiça para as causas nela enumeradas e em todas aquelas em que caracterizada uma situação excepcional que justifique a medida’.
Parece óbvio que tentam ocultar algo.
O alvo da ocultação, na realidade, não são os adversários, mas a militância, que certamente ficará perplexa com a quantidade de bens que a ex-primeira dama amealhou. Sem trabalhar, diga-se de passagem.
Veja abaixo parte do petitório protocolado:

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Se Lula for condenado, não será preso.



Renato Duque, diretor da Petrobrás indicado pelo PT, delata Lula: "Ele era o pai da corrupção".

O ex-diretor da Petrobras Renato Duque, PT, passou por novo interrogatório conduzido pelo juiz Sergio Moro nesta quarta-feira. A sessão foi um pedido de sua defesa, sob a alegação que Duque deseja fazer delação premiada.
Esta é a primeira vez que um alto dirigente do PT resolve delatar.
Duque afirmou que o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto começou a operar propinas para o Partido antes mesmo de assumir o cargo, em 2010. E que comandava o esquema a mando do então presidente Lula. 
Noutro momento da delação, Renato Duque admitiu que o PT recebeu parte da propina das obras do Cenpes, o Centro de Pesquisas da Petrobras, no Rio de Janeiro. Segundo o ex-diretor da estatal, o dinheiro foi repassado a Paulo Ferreira, ex-tesoureiro que pediu hoje para ser reinterrogado por Moro no mesmo processo.

Alexandre Garcia comenta decisão covarde de Fachin que tirou Lula das mãos de Sérgio Moro.

video

Significado da sigla IPVA.


Partidos no Brasil nadam em grana.

O Fundo Partidário já distribuiu mais de R$ 2,1 bilhões aos 35 partidos brasileiros desde que os eleitos no pleito de 2014 tomaram posse. Em 2015, o valor distribuído aos partidos chegou a R$ 8,45 por voto obtido nas urnas ou 60% mais que os € 1,42 (R$5,26) pagos na França, berço da democracia moderna.
A principal diferença, porém, não é o valor, mas os requisitos de desempenho eleitoral para pôr a mão na grana. Na França, os partidos precisam ter 1% dos votos em 50 circunscrições para receberem dinheiro e mais € 37 mil/ano (R$137 mil) por deputado.
Por aqui, antes mesmo de disputar uma eleição os partidos já recebem, mas a divisão é de acordo com a bancada na Câmara dos Deputados.
Campeões nas urnas, em 2014, PT, PSDB e PMDB embolsaram mais de R$ 636 milhões do Fundo, quase o orçamento do STF para 2017.
Criados depois de 2014 e, portanto, sem eleger sequer um deputado, Rede, PMB e Novo receberam R$ 10,6 milhões desde a fundação.
robsonpiresxerife

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Já não existe professores como antigamente.

Tá legal, eu aceito o argumento, Mas "aqui para nós", já não existe professores como antigamente. Os professores de hoje em dia não se qualificam, não se dedicam, não se  valorizam e, em sua maioria, aderiram  ao socialismo e ainda induzem aos alunos a se rebelarem e, por influência deles, promoverem greves e balbúrdia.

terça-feira, 13 de junho de 2017

A liberdade sangra!

O LULISMO E A CENSURA
(Poema para o ex presidente LULA)
 
A liberdade de expressão sangra!
Está literalmente em risco de vida
A facada -- quase fatal -- emigra
Do Nordeste e fere a mãe querida
Ó, ingrato filho, dei-te o leite das Liberdades
Fiz de ti o primogênito da Democracia
Agora feito Vulcano cravas-me sem dignidade
Os ferros agora presentes em tua lulocracia
Prendendo-me às rochas da ignomínia
Pretendes-me excluir da sociedade
Jamais imaginei, Ó filho ingrato, serdes
Capaz de procederdes em tamanha maldade
 
Neste teu vulgar pedido contra as Liberdades
Deixaste claro o quanto e tanto de vulgaridades
Residem no teu espírito demoníaco de cordeiro
Enclausurado na sacristia d'um governo vil
 
Abandonastes a mecânica dos nobres ideais
Transformastes o corpo na máquina dos cardeais
Vitupérios que sangram a livre expressão
- Mesmo a expressão d'um mercado de opressão
 
Ó filho das minhas entranhas democráticas
Esquecestes a paixão pelas Liberdades
Amas agora a deusa das iniqüidades
Por ela pedes que se esqueçam as verdades
 
Por ela Ó filho das minhas Liberdades
Tomas o cetro do divino Stalin e
Impõe num mágico pedido deblaterativo
Teu mais puro horror das pudicas obviedades
 
Quanta desgraça! Quanta ironia!
Jamais imaginara nos teus braços -- um dia --
Acabar em estádio de miserável agonia
Eu -- a Liberdade -- que por ti morreria.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

O golpe das "Diretas Já"

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou por unanimidade nesta quarta-feira (31) 
a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece eleições diretas se a Presidência da República 
ficar vaga nos três primeiros anos do mandato. A eleição direta ocorreria caso os cargos de presidente e vice-presidente fiquem vagos até um ano antes do fim do mandato.
A oposição quer usar a PEC para que seja convocada uma eleição direta caso o presidente Michel Temer venha
a deixar o comando do Palácio do Planalto ainda em 2017. Já os aliados do peemedebistas querem as eventuais mudanças na carta constitucional tenham validade somente para os mandatos futuros.
A CCJ é responsável por analisar se os projetos apresentados no Senado ferem algum princípio da Constituição. Com o aval obtido dos integrantes do colegiado, a PEC agora será enviada ao plenário do Senado.
Atualmente, a legislação prevê a realização de eleições diretas somente se o presidente e o vice-presidente da República se afastarem do comando do Palácio do Planalto nos dois primeiros anos do mandato.
Na hipótese de a Presidência ficar vaga no último biênio, a Constituição estabelece que deve ser feita uma 
eleição indireta por meio do Congresso Nacional em até 30 dias da data da vacância.
A PEC aprovada nesta quarta pela CCJ – apresentada no ano passado pelo senador Reguffe (sem partido-DF) – altera o artigo constitucional que trata da vacância da Presidência.
A proposta do parlamentar do Distrito Federal determina que, na ausência definitiva do presidente e do vice, o Congresso elegerá indiretamente o chefe do Executivo federal somente se a vacância ocorrer no último dos 
quatro anos de mandato.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Conta-propina de Lula e Dilma no exterior tinha US$ 150 milhões.


Quem diz é Joesley Batista. Dinheiro foi pago em troca de repasses do BNDES à JBS. e , segundo o empresário, sabiam de tudo.

No acordo de delação premiada que fechou com a Operação Lava Jato, o empresário Joesley Batista revela como funcionava o esquema de propinas no BNDES durante os governos petistas de Lula e Dilma Rousseff. Segundo o empresário, o acesso do grupo JBS a aportes bilionários do banco estatal e de fundos de pensão foi comprado à custa de milionárias propinas que tinham Lula e Dilma como destinatários.
O dinheiro sujo era pago, segundo o empresário, para garantir que nenhum pleito do grupo fosse atrapalhado por burocratas do governo. O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega era o responsável por receber os pleitos e negociar a propina devida em cada operação.
Foi por ordem de Mantega que o empresário abriu no exterior duas contas para depositar a propina que, diz ele, era destinada a Lula e Dilma. “Os saldos das contas vinculadas a Lula e Dilma eram formados pelos ajustes sucessivos de propina do esquema BNDES e do esquema-gêmeo, que funcionava no âmbito dos fundos Petros e Funcef. Esses saldos somavam, em 2014, cerca de 150 milhões de dólares”, afirmou Joesley na delação.
Depois de Guido Mantega ter favorecido seu grupo empresarial em negócios no BNDES, Joesley abriu uma conta para depositar a propina devida no negócio. Tempos depois, o empresário teve uma conversa com Mantega na qual ele solicitou que outra conta fosse aberta. Joesley ficou confuso, mas a explicação de Mantega foi reveladora. “Em reunião com Guido Mantega ocorrida no final de 2010, este pediu ao depoente que abrisse uma nova conta, que se destinaria a Dilma. O depoente perguntou se a conta já existente não seria suficiente para os depósitos dos valores a serem provisionados, ao que Guido respondeu que esta era de Lula, fato que só então passou a ser do conhecimento do depoente. O depoente indagou se Lula e Dilma sabiam do esquema e Guido confirmou que sim”, anotaram os procuradores na transcrição do depoimento de Joesley.
“Os pagamentos de propina não se destinavam a garantir a realização de operações ilegais, mas sim evitar que se criassem dificuldades injustificadas para a realização de operações legais”, complementou.
O empresário relatou aos investigadores que foi a partir do período eleitoral de 2014 que o saldo astronômico de propinas reservado aos dois ex-presidentes começou a ser usado. “A partir de julho de 2014, Guido Mantega passou a chamar o depoente quase semanalmente ao Ministério da Fazenda, em Brasília, ou na sede do Banco do Brasil em São Paulo, para reuniões a que só estavam presentes os dois, nas quais lhe apresentou múltiplas listas de políticos e partidos que deveriam receber doações de campanha a partir dos saldos das contas”, disse Joesley.
Joesley teve encontros com Lula e com Dilma Rousseff nos quais discutiu abertamente o emprego da propina escondida no exterior nas campanhas do partido. Com o ex-presidente, numa conversa no Instituto Lula, em outubro de 2014, Joesley relatou a preocupação com o fato de o grupo já ter doado 300 milhões de reais a campanhas petistas. “Não havia plataforma ideológica que explicasse tamanho montante”, ponderou Joesley. Lula, segundo ele, ignorou: “O ex-presidente olhou nos olhos do depoente, mas nada disse”.
Um mês depois, naquele mesmo ano, Joesley encontrou Dilma Rousseff no Palácio do Planalto para tratar de um repasse de 30 milhões de reais para a campanha do petista Fernando Pimentel ao governo de Minas Gerais. Na conversa, o empresário alertou Dilma de que o saldo das contas de propina no exterior seria liquidado a partir da doação. “Dilma confirmou a necessidade e pediu que procurasse Pimentel”, disse.
Joesley contou que Edinho Silva, tesoureiro da campanha de Dilma e depois ministro da petista, se encontrava semanalmente com o executivo Ricardo Saud, diretor de relações institucionais do grupo empresarial, para acertar a distribuição da propina nas campanhas políticas. Os pleitos de Edinho eram levados pelo executivo diretamente a Joesley que, depois de aprová-los com Guido Mantega, liberava o dinheiro. “O ajuste mais amplo consistia em direcionar grande parte do dinheiro para a campanha de Dilma Rousseff, tanto para o PT nacional quanto para os diretórios estaduais do PT. O restante deveria custear a compra dos partidos da coligação, conforme o PT fosse fechando os negócios”, explicou.
A defesa do ex-presidente Lula alega que ele é inocente e que os trechos da delação divulgados pela imprensa já mostram que as afirmações não decorrem de qualquer contato do presidente com o empresário Joesley. Já a defesa da ex-presidente Dilma Rousseff diz que a petista jamais tratou ou solicitou de qualquer empresário ou de terceiros doações, pagamentos e ou financiamentos ilegais para as campanhas eleitorais, tanto em 2010 quanto em 2014.
Confira a nota da defesa de Lula na íntegra:
Verifica-se nos próprios trechos vazados à imprensa que as afirmações de Joesley Batista em relação a Lula não decorrem de qualquer contato com o ex-Presidente, mas sim de supostos diálogos com terceiros, que sequer foram comprovados. A verdade é que a vida de Lula e de seus familiares foi – ilegalmente – devassada pela Operação Lava Jato. Todos os sigilos – bancário, fiscal e contábil – foram levantados e nenhum valor ilícito foi encontrado, evidenciando que Lula é inocente.
Sua inocência também foi confirmada pelo depoimento de mais de uma centena de testemunhas já ouvidas – com o compromisso de dizer a verdade – que jamais confirmaram qualquer acusação contra o ex-Presidente. A referência ao nome de Lula nesse cenário confirma denúncia já feita pela imprensa de que delações premiadas somente são aceitas pelo Ministério Público se fizerem referência – ainda que frivolamente – ao nome do ex-Presidente.
Confira a nota da assessoria da ex-presidente Dilma Rousseff na íntegra:
A propósito das notícias a respeito das delações efetuadas pelo empresário Joesley Batista, a Assessoria de Imprensa da presidenta eleita Dilma Rousseff esclarece que são improcedentes e inverídicas as afirmações do empresário: Dilma Rousseff jamais tratou ou solicitou de qualquer empresário ou de terceiros doações, pagamentos e ou financiamentos ilegais para as campanhas eleitorais, tanto em 2010 quanto em 2014, fosse para si ou quaisquer outros candidatos.
Dilma Rousseff jamais teve contas no exterior. Nunca autorizou, em seu nome ou de terceiros, a abertura de empresas em paraísos fiscais. Reitera que jamais autorizou quaisquer outras pessoas a fazê-lo. Mais uma vez, Dilma Rousseff rejeita delações sem provas ou indícios. A verdade vira à tona.
http://veja.abril.com.br/politica/conta-propina-de-lula-e-dilma-no-exterior-tinha-us-150-milhoes/

JBS implode também Lula, Dilma, Renan e Serra...


Um dia para nunca ser esquecido na história brasileira.

A teia da JBS e o poder dos irmãos Joesley e Wesley Batista foram muito além do que foi divulgado até agora. Vão explodir amanhã, sexta-feira, delações que atingem mortalmente, pela ordem, os ex-presidentes Luis Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff (PT), o ex-presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB) e o ex-chanceler e ex-presidenciável José Serra (PSDB). Os valores são de tirar o fôlego e surgirão nomes que até aqui vinham passando ilesos. 

Quem teve informações sobre o material informa que os tentáculos do grupo JBS não ficam a dever nada aos da Odebrecht, mas com uma diferença: o dono e os executivos da empreiteira decidiram fazer delação premiada depois de presos, já com capacidade limitado de produzir novas provas tão contundentes. Já os irmãos Batista estão há meses gravando seus interlocutores e pautando os monitoramentos da Polícia Federal. 

O resultado é considerado devastador e arrasta para o fundo do poço não apenas o presidente Michel Temer e o senador Aécio Neves, pelas gravações liberadas à noite nesta quinta-feira, mas o próprio mundo político. 

Esta sexta-feira será mais um novo dia para nunca ser esquecido na história brasileira.
                              *Eliane Cantanhêde , no Estadão 

domingo, 21 de maio de 2017

Tentativa de golpe!

Na verdade, o que está acontecendo no Brasil é uma tentativa de golpe à la petismo: " Gópi".
São protagonistas: Lula, o chefe; Zé Dirceu, o mentor; Joesley, o preparador de armadilhas e a Globo, a espalha brasa!

sábado, 20 de maio de 2017

Aécio, o matador?

Aécio Neves sobre transportador de R$ 2 milhões: "A gente mata ele antes de fazer delação". Pura bravata! Ele á semostrou frouxo. Matador não é. É um fraco e, segundo o MPF, é corrupto.

O jornal O Globo revelou nesta quarta-feira (17) uma delação-bomba de Joesley Batista, dono da JBS, que em abril levou à Procuradoria-Geral da República (PGR) gravações comprometedoras do presidente Michel Temer. Outro político de destaque nacional, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) também foi atingido pelas revelações de Joesley.
Segundo o colunista Lauro Jardim, o presidente do PSDB pediu R$ 2 milhões à JBS para despesas com sua defesa na Operação Lava Jato.
Na conversa entre Aécio e Josley, datada de 24 de março, em um luxuoso hotel de São Paulo, eles acertam como será feita a entrega do dinheiro:
Joesley: — Se for você pegar em mãos, vou eu mesmo entregar. Mas, se você mandar alguém de sua confiança, mando alguém da minha confiança.
Aécio: Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer delação. Vai ser o Fred com um cara seu. Vamos combinar o Fred com um cara seu porque ele sai de lá e vai no cara. E você vai me dar uma ajuda do caralho..
O Fred a que Aécio se refere é seu primo Frederico Medeiros. O escolhido por Joesley para entregar o dinheiro a Frederico, em quatro remessas, foi o diretor de Relações Institucionais da JBS, Ricardo Saud.
A Polícia Federal filmou um dos encontros.
A investigação da PGR mostrou, entretanto, que o dinheiro não foi parar nas contas do advogado Alberto Toron, que foi citado por Aécio como seu defensor na Lava Jato.
Segundo as gravações, o primo do tucano repassou malas para um secretário parlamentar do senador Zeze Perrella (PMDB-MG), que é aliado de Aécio.
Esse assessor teria transferido o recurso para uma empresa de Gustavo Perrella, filho de Zeze Perrella.

Lula já...para a cadeia!


Lula tentou evitar o impeachment de Dilma em nome da "democracia". Não conseguiu.
Lula tentou frear a Lava Jato em nome da "estabilidade econômica". Não conseguiu.
Agora Lula tenta fugir para o Palácio do Planalto em nome das "diretas já".
Em relação a Lula, O Antagonista é a favor de "diretas já" para a cadeia.


*Via O Antagonista

Áudio de Joesley com Temer pode ter sido editado


Mesmo aceitando o pedido da perícia pela Polícia Federal do áudio, provavelmente editado, da delação premiada do açogueiro Bilionário Joesley "safadão", Fachin não suspende a apuração até definição sobre a licitude do áudio, deixando a cargo do plenário fazê-lo. Mais uma vez deu uma de Pilatos.

É, decididamente, o que Fachin quer é desmoralizar o Temer. Ele talvez não perdoe o fato de Temer ter participado ativamente do movimento do impeachment que derrubou a presidente que ele ajudou a eleger e que o "apadrinhou" ao indicá-lo para o STF.
Também, ás vezes, chego a pensar que ele ( e também o Janot) sabe que o áudio é viciado e que pode ser anulado, mas dá uma de Pilatos, lava as mãos, e talvez conte com alguns de seus pares para desmoralizar Temer...
É, sei não! Parece que temos de torcer para que esse pessoal separe o profissional do ideológico. Assim teremos um STF melhor.

Por que hoje é Sábado, uma linda mulher.


A beleza morena da minha amiga Katarina Azevedo

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Joesley Batista e o seu irmão Wesley confirmaram a Fachin o que falaram a PGR.


O presidente Michel Temer e o dono da JBS Joesley Batista - Editoria de Arte. 
RIO — Na tarde de quarta-feira passada, Joesley Batista e o seu irmão Wesley entraram apressados no Supremo Tribunal Federal (STF) e seguiram direto para o gabinete do ministro Edson Fachin. Os donos da JBS, a maior produtora de proteína animal do planeta, estavam acompanhados de mais cinco pessoas, todas da empresa.
Foram lá para o ato final de uma bomba atômica que explodirá sobre o país — a delação premiada que fizeram, com poder de destruição igual ou maior que a da Odebrecht. Diante de Fachin, a quem cabe homologar a delação, os sete presentes ao encontro confirmaram: tudo o que contaram à Procuradoria-Geral da República (PGR) em abril foi por livre e espontânea vontade, sem coação. 

É uma delação como jamais foi feita na Lava-Jato: Nela, o presidente Michel Temer foi gravado em um diálogo embaraçoso. Diante de Joesley, Temer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Posteriormente, Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. 

Temer também ouviu do empresário que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer incentivou: "Tem que manter isso, viu?". 

Em nota, Temer disse que "jamais" solicitou pagamentos para obter o silêncio de Cunha e negou ter participado ou autorizado "qualquer movimento" para evitar delação do correligionário. 

A assessoria do deputado Rodrigo Rocha Loures informou que ele que vai "esclarecer os fatos divulgados" sobre a delação. 

Aécio Neves foi gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley. O dinheiro foi entregue a um primo do presidente do PSDB, numa cena devidamente filmada pela Polícia Federal. A PF rastreou o caminho dos reais. Descobriu que eles foram depositados numa empresa do senador Zeze Perrella (PSDB-MG). 

Joesley relatou também que Guido Mantega era o seu contato com o PT. Era com o ex-ministro da Fazenda de Lula e Dilma Rousseff que o dinheiro de propina era negociado para ser distribuído aos petistas e aliados. Mantega também operava os interesses da JBS no BNDES. 

Joesley revelou também que pagou R$ 5 milhões para Eduardo Cunha após sua prisão, valor referente a um saldo de propina que o peemedebista tinha com ele. Disse ainda que devia R$ 20 milhões pela tramitação de lei sobre a desoneração tributária do setor de frango. 

Pela primeira vez na Lava-Jato foram feitas "ações controladas", num total de sete. Ou seja, um meio de obtenção de prova em flagrante, mas em que a ação da polícia é adiada para o momento mais oportuno para a investigação. Significa que os diálogos e as entregas de malas (ou mochilas) com dinheiro foram filmadas pela PF. As cédulas tinham seus números de série informados aos procuradores. Como se fosse pouco, as malas ou mochilas estavam com chips para que se pudesse rastrear o caminho dos reais. Nessas ações controladas foram distribuídos cerca de R$ 3 milhões em propinas carimbadas durante todo o mês de abril. 

Se a delação da Odebrecht foi negociada durante dez meses e a da OAS se arrasta por mais de um ano, a da JBS foi feita em tempo recorde. No final de março, se iniciaram as conversas. Os depoimentos começaram em abril e na primeira semana de maio já haviam terminado. As tratativas foram feitas pelo diretor jurídico da JBS, Francisco Assis e Silva. Num caso único, aliás, Assis e Silva acabou virando também delator. Nunca antes na história das colaborações um negociador virara delator.


Dono da JBS grava Temer dando aval para compra de silêncio de Cunha. 
Ailton de Freitas / Agência O Globo .

A velocidade supersônica para que a PGR tenha topado a delação tem uma explicação cristalina. O que a turma da JBS (Joesley sobretudo) tinha nas mãos era algo nunca visto pelos procuradores: conversas comprometedoras gravadas pelo próprio Joesley com Temer e Aécio — além de todo um histórico de propinas distribuídas a políticos nos últimos dez anos.

Em duas oportunidades em março, o dono da JBS conversou com o presidente e com o senador tucano levando um gravador escondido — arma que já se revelara certeira sob o bolso do paletó de Sérgio Machado, delator que inaugurou a leva de áudios comprometedores. Ressalte-se que essas conversas, delicadas em qualquer época, ocorreram no período mais agudo da Lava-Jato. Nem que fosse por medo, é de se perguntar: como alguém ainda tinha coragem de tratar desses assuntos de forma tão descarada? 

Para que as conversas não vazassem, a PGR adotou um procedimento incomum. Joesley, por exemplo, entrava na garagem da sede da procuradoria dirigindo o próprio carro e subia para a sala de depoimentos sem ser identificado. Assim como os outros delatores. 

Ao mesmo tempo em que delatava no Brasil, a JBS contratou o escritório de advocacia Trench, Rossi e Watanabe para tentar um acordo de leniência com o Departamento de Justiça dos EUA (DoJ). Fechá-lo é fundamental para o futuro do grupo dos irmãos Batista. A JBS tem 56 fábricas nos EUA, onde lidera o mercado de suínos, frangos e o de bovinos. Precisa também fazer um IPO (abertura de capital) da JBS Foods na Bolsa de Nova York. 

Pelo que foi homologado por Fachin, os sete delatores não serão presos e nem usarão tornozeleiras eletrônicas. Será paga uma multa de R$ 225 milhões para livrá-los das operações Greenfield e Lava-Jato que investigam a JBS há dois anos. Essa conta pode aumentar quando (e se) a leniência com o DoJ for assinada.
        * Por Lauro Jardim

Temer diz que não renuncia e quer ver a fita da sua conversa com Joesley.


" Ir à luta", esta é a palavra de ordem transmitada agora por um dos ministros presentes à reunião que acabou há pouco no gabinete do presidente Temer. " Renúncia, nem pensar", acrescentou. 

" O presidente quer ver a fita da sua conversa com Joesley", insistiu o ministro. Temer considerou um absurdo um presidente da República ser gravado. É a segunda vez que manifesta essa estranheza. A primeira foi quando foi gravado pelo seu então ministro da Cultura. 

A ordem interna é resistir e transmitir clima de normalidade. 

O ministro repetiu várias vezes a frase: " O presidente quer ver a fita".
                              *Por Jorge Bastos Moreno, em O Globo 

Jornal Nacional: JBS delata Michel Temer e Aécio Neves.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Dono da JBS gravou conversa com presidente.


O presidente Michel Temer 
ANDRE COELHO
RIO - Por volta de 22h30m do dia 7 de março, Joesley Batista entrou no Palácio do Jaburu. Michel Temer estava à sua espera. Joesley chegou à residência oficial do presidente com o máximo de discrição: foi dirigindo o próprio carro para uma reunião a dois, fora de agenda. Escondia no bolso uma arma poderosa — um gravador. Temer havia chegado pouco antes em casa, logo depois do seu último compromisso do dia: uma passada rápida na comemoração dos 50 anos de carreira do jornalista Ricardo Noblat. 

O presidente e o empresário conversaram por cerca de 40 minutos a sós. Poderiam, por exemplo, ter discutido a queda de 3,6% do PIB em 2016, um terrível dado econômico divulgado justamente naquele dia. Mas eram outros os assuntos da pauta. 

Todo o diálogo foi gravado por Joesley. Tem trechos explosivos. Num deles, o dono da JBS relatou a Temer que estava dando mesada a Eduardo Cunha e Lúcio Funaro para que ambos, tidos como conhecedores de segredos de dezenas de casos escabrosos, não abrissem o bico. Temer mostrou-se satisfeito com o que ouviu. Neste momento, diminuiu um pouco o tom de voz, mas deu o seu aval: 

— Tem que manter isso, viu? 

Em seu depoimento aos procuradores, Joesley afirmou que não foi Temer quem determinou que a mesada fosse dada. Mas que o presidente tinha pleno conhecimento da operação cala-boca. 

Tanto Cunha quanto Funaro já haviam prestado diversos serviços para o grupo J&F. Cunha, por exemplo, por meio de emendas em projetos de lei e pela influência que detinha no FI-FGTS, que investiu mais de R$ 1 bilhão em empresas da J&F. A mesada já era dada há alguns meses. A PF filmou pelo menos uma entrega de R$ 400 mil para Roberta, irmã de Funaro. Para Cunha, o dinheiro era entregue a Altair Alves Pinto, seu homem de confiança. O "senhor Altair", como era conhecido, já foi apontado por Fernando Baiano como o responsável pelo transporte das propinas pagas a Cunha. 

A conversa continuou e, em seguida, Joesley pediu a ajuda de Temer para resolver uma pendência da J&F no governo. Temer disse que Joesley deveria procurar Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para cuidar do problema: 

— Fale com o Rodrigo. 

Joesley quis se certificar do que Rocha Loures poderia fazer por ele e perguntou: 

— Posso falar tudo com ele? 

Temer foi sucinto: 

— Tudo. 

Rocha Loures é um conhecido homem de confiança do presidente. Foi chefe de Relações Institucionais da Vice-Presidência sob Temer. Após o impeachment, virou assessor especial da Presidência e, em março, voltou à Câmara, ocupando a vaga do ministro da Justiça, Osmar Serraglio. 

Assim foi feito. O dono do JBS procurou Rocha Loures. Marcaram um encontro em Brasília — e se acertaram. Joesley lhe contou do que precisava do Cade. Desde o ano passado, o órgão está para decidir uma disputa entre a Petrobras e o grupo sobre o preço do gás fornecido pela estatal à termelétrica EPE. Localizada em Cuiabá, a usina foi comprada pelo grupo em 2015. Explicou o problema da EPE: a Petrobras compra o gás natural da Bolívia e o revende para a empresa por preços extorsivos. Disse que sua empresa perde "1 milhão por dia" com essa política de preços. E pediu: que a Petrobras revenda o gás pelo preço de compra ou que deixe a EPE negociar diretamente com os bolivianos. 

Com uma sem-cerimônia impressionante, o indicado de Temer ligou para o presidente em exercício do Cade, Gilvandro Araújo. E pediu que se resolvesse a questão da termelétrica no órgão. Não há evidências de que Araújo tenha atendido ao pedido. Pelo serviço, Joesley ofereceu uma propina de 5%. Rocha Loures deu o seu ok.: "Tudo bem, tudo bem". 

Para continuar as negociações, foi marcado um novo encontro. Desta vez, entre Rocha Loures e Ricardo Saud, diretor da JBS e também delator. No Café Santo Grão, em São Paulo, trataram de negócios. Foi combinado o pagamento de R$ 500 mil semanais por 20 anos, tempo em que vai vigorar o contrato da EPE. Ou seja, está se falando de R$ 480 milhões ao longo de duas décadas, se fosse cumprido o acordo. Loures disse que levaria a proposta de pagamento a alguém acima dele. Saud faz duas menções ao "presidente". Pelo contexto, os dois se referem a Michel Temer. 

A entrega do dinheiro foi filmada pela PF. Mas desta vez quem esteve com o homem de confiança de Temer foi Ricardo Saud, diretor da JBS e um dos sete delatores. 

Esse segundo encontro teve uma logística inusitada. Certamente, revela o traquejo (e a vontade de despistar) de Rocha Loures neste tipo de serviço. Assim, inicialmente Saud foi ao Shopping Vila Olímpia, em São Paulo. Em seguida, Rocha Loures o levou para um café, depois para um restaurante e, finalmente, para a pizzaria Camelo, na Rua Pamplona, no Jardim Paulista. Foi neste endereço, próximo à casa dos pais de Rocha Loures, onde ele estava hospedado, que o deputado recebeu a primeira remessa de R$ 500 mil. 

Apesar do acerto de repasses semanais de R$ 500 mil, até o momento só foi feita a primeira entrega de dinheiro. E, claro, a partir da homologação da delação, nada mais será pago. 
               *Por Lauro Jardim, em O Globo

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Dinheiro sujo pagava até cafetinagem de Marta Suplicy.

O ex-marido da senadora Marta Suplicy, que na época era do PT, Luís Favre, recebia sem trabalhar um salário mensal de R$ 20 mil na Polis. Segundo delação de João Santana, o "emprego" foi dado após um pedido de Marta porque Favre não podia nem mesmo "comprar uma bicicleta".Tanto Santana como sua mulher, a empresária Mônica Moura, afirmam que Marta sabia que os recursos para pagar o salário de seu marido na época vinham de caixa 2. A contratação ocorreu em 2008 e foi acertada logo nos primeiros encontros entre Marta e Santana para tratar da campanha à reeleição de Marta para a prefeitura de São Paulo. Na época ela estava no PT.
Era uma espécie de cafetinagem de luxo que a petistas pagava com dinheiro público.

"A gente aceitava para agradar. Não tinha nenhuma utilidade. Ela (Marta) disse que eu não me preocupasse com o custo, que seria compensado com verba extra-oficial", afirmou o marqueteiro em sua delação premiada. De acordo com Santana, Favre não prestou nenhum tipo de serviço para a Polis e permaneceu na empresa mesmo depois de encerrada a campanha. O delator afirma que, questionada sobre isso, Marta teria dito: "Não se preocupe. Pelo currículo internacional dele, pode dizer que ele dá consultoria para suas empresas no Exterior".​(PolibioBraga)

sábado, 13 de maio de 2017

Os marqueteiros da Republica jogaram titica no ventilador petista

COM DILMA E LULA
Que Lula era o "chefe" de toda máfia petista e afins, todos tínhamos a certeza. Mas faltava alguém, de dentro da podridão que exalava da republica petista no Palácio do Planalto, para "certificar" judicialmente, o fato. Já não falta mais. Vejamos o texto do blogalfocunha sobre o depoimento dos marqueteiros.

"Os marqueteiros João Santana e sua esposa, Monica Moura, soltaram a língua e, depois de contarem as peripécias da máfia, só faltou afirmarem que trabalhavam fazendo o papel de “mula” para os corruptos instalados no poder.
Acreditem! Dar nojo ouvir e as declarações desses bandidos. Dar repugnância tomar conhecimento de que as pessoas escolhidas pelo povo para zelar pelo bem público são as mesmas que roubavam descaradamente. E hoje, quando delatadas pelos seus Aspones, de forma cínica e vil, negam e os chamam de mentirosos, deixando até transparecer, que a Justiça tortura os delatores, forçando-os a mentir a fim de ganhar liberdade. 
De acordo com Mônica Moura, Dilma informava detalhes do andamento da Lava-Jato por meio de e-mails secretos, em que mensagens cifradas serviam para alertar o casal. Em uma dessas mensagens, a ex-presidente, que usava o codinome de Iolanda na conta do e-mail, avisou previamente a data em que seria deflagrada a operação e a ordem de prisão que existia contra Santana e Mônica. Para evitar rastreamento pelos investigadores, os e-mails não eram enviados, mas apenas salvos na parte destinada a “rascunhos”. Em determinado momento, também por questões de “segurança”, Dilma pediu à mulher de Santana que criasse outra conta de e-mail, o que foi feito.
Às vésperas da Operação Acarajé, que prendeu o casal, segundo a delatora, sem nenhum pingo de pudor, Dilma alertou João Santana por meio de um telefonema que o casal estava prestes a ser preso pela Polícia Federal.
“Na noite do dia 21 nós de fevereiro, ou do dia 20, nós fomos avisados de que havia um mandado de prisão assinado em cima da mesa, foi visto um mandado de prisão assinado já contra a gente. Não fizemos nada, e no dia 22 estourou a operação”, relatou Mônica.
Em fevereiro de 2016, a Polícia Federal deu início à 23ª fase da Operação Lava Jato e tentou cumprir mandado de prisão contra o publicitário. Ele não foi detido porque estava no exterior, onde trabalhava na campanha à reeleição do presidente da República Dominicana, Danilo Medina. Agora se sabe, por meio da delação do casal João Santana e Mônica Moura, que partiu da própria Dilma a orientação para que ambos permanecessem fora do Brasil.
Depois de presos, de acordo com Mônica, foram abandonados como cão sarnento, pois a presidente, em nenhum momento, buscou se comunicar com eles através de emissários ou outra coisa qualquer."

COM CHAVES

Sobre a relação dos marqueteiros com o ditador venezuelan Hugo Chaves, o bolivariano amigo e cúmplice da dupla que fede Lula/Dilma, esles também não se furtaram a abrir o jogo e Mônica Moura deu detalhes da participação de Franklin Martins e sua mulher na campanha de Hugo Chávez. Ela contou à Lava Jato que o ex-ministro cobrou US$ 8 milhões e US$ 10 milhões.

"O Maduro disse: você vai receber dinheiro diretamente comigo e eu não quero esse contato com muita gente. Então, eu pago a você a sua parte e a do Franklin Martins. Quem fazia essa parte administrativa era a mulher dele, a Mônica Monteiro."
Xepa contou ainda que Maduro lhe fez pagamentos semanais, na própria Chancelaria e até no Palácio de Miraflores. Ele mandava buscá-la no hotel em carro blindado. Eram malas com US$ 300 mil, US$ 500 mil. "Cheguei a receber US$ 800 mil"
Depois, ela distribuía a parte de Franklin a Mônica Monteiro. "Ela tinha uma coordenadora de produção que ficava em Caracas ou (entregava para) o rapaz, Laerte, o diretor da parte de internet que trabalhava com o Franklin."
Segundo a delatora, Franklin não recebeu todo o valor. Nem ele nem João Santana.
"Chávez morreu seis meses depois de tomar posse e tomamos um calote histórico. A gente tomou um calote de mais ou menos US$ 15 milhões. Franklin também não recebeu tudo. Eu repassei a ele cerca de US$ 2,4 milhões." ( Via Gracias Ferraz)