terça-feira, 22 de agosto de 2017

Os pagamentos da Saab ao advogado de Marinho.

Em maio, Época publicou que a Polícia Federal havia apreendido notas fiscais da Saab para o escritório de advocacia de Edson Asarias, ligado a Luiz Marinho. O Antagonista agora obteve o contrato assinado, em 2011, entre a fabricante sueca dos caças Gripen NG e o advogado.
Na descrição dos serviços, o documento informa que o advogado deveria apoiar a “campanha de marketing do Gripen”, acessando sua rede de relacionamento em níveis local, regional e nacional. Asarias também deveria apoiar a Saab na estruturação de um Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Saab em São Bernardo do Campo, comandada então por Marinho. A atividades pactuadas no contrato de Asarias se assemelham às executadas pelo lobista Mauro Marcondes, amigo de Lula. Na parte da remuneração, consta que o advogado receberia pagamento mensal de R$ 25 mil – cinco vezes mais que os R$ 5 mil pagos a Marcondes mensalmente. O MPF suspeita que o contrato tenha sido usado apenas para disfarçar o pagamento de propina para Marinho, assim como teria ocorrido com Marcondes em relação a Lula e seu filho Luiz Claudio. Os três últimos estão sendo investigados por tráfico de influência, organização criminosa e lavagem de dinheiro na compra dos 35 caças Gripen.
O Antagonista também obteve a planilha com os pagamentos mensais feitos pela Saab ao escritório do advogado Edson Asarias, contratado pela companhia para atuar na campanha pelo caça Gripen NG. Como publicamos em post anterior, o MPF suspeita que o escritório tenha sido usado para repasses de propina a Luiz Marinho, então prefeito de São Bernardo do Campo e amigo de Lula. O ex-presidente e seu filho Luiz Cláudio são investigados por tráfico de influência, organização criminosa e lavagem de dinheiro na compra dos 35 caças suecos.

CONTRATO

sábado, 19 de agosto de 2017

Novas metas e cortes na economia em 2018.

(Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil) 
Os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, anunciam novas metas fiscais para 2017 e 2018.


Os ministros Henrique Meirelles (Fazenda) e Dyogo Oliveira (Fazenda) anunciaram hoje uma série de medidas para reduzir as despesas do governo. Com isso, o governo pretende cumprir as novas metas de déficit primário de 2017 e 2018, elevadas para 159 bilhões de reais. 

A maioria das medidas afeta o funcionalismo público, que sofrerá um achatamento da remuneração inicial, aumento da contribuição ao regime próprio de previdência e adiamento do reajuste salarial. 

Meirelles afirmou que as medidas anunciadas hoje mostram que o governo está no limite da capacidade de redução de gastos. “São proposta duras, rigorosas, mostrando seriedade do ajuste fiscal do Brasil.” 

Em 10 anos, segundo Oliveira, a reorganização de carreiras no funcionalismo deverá gerar uma economia acumulada de 70 bilhões de reais. 

O ministro do Planejamento afirma que essa medida dá equidade aos salários pagos pelo governo federal aos da iniciativa privada. Segundo ele, hoje os funcionários públicos ganham mais que os profissionais em cargos equivalentes do setor privado. Para diminuir a diferença, o governo quer criar um estágio probatório para o serviço público. Durante esse estágio, os servidores não poderão ganhar mais de 5.000 reais. 

“O governo paga hoje o dobro, às vezes o tripo, do que o mercado privado”, afirma Oliveira. 

O governo vai ampliar o número de níveis para subir na carreira de nove para cerca de 30. Oliveira afirma que isso melhora a gestão de pessoal do serviço público. “Hoje, a imensa maioria está no topo e não tem perspectiva de crescimento. A ampliação de níveis traz um efeito importante em motivação e dedicação.” 

Segundo Meirelles, as medidas mostram que há pouco espaço para reduzir despesas discricionárias -as que podem ser alteradas. Ele defendeu a reforma da Previdência, pois disse as despesas obrigatórias, como a Previdência, representam a maior parte dos gastos do governo. 

Todas as mudanças dependem de aprovação do Congresso. Veja as medidas para o funcionalismo: 


Adiamento do reajuste salarial em 12 meses 

Havia previsão de que servidores do governo federal teriam reajuste salarial em 2018. O aumento seria dado, dependendo da categoria, em janeiro ou agosto. Com o adiamento, o governo espera reduzir as despesas em 5,1 bilhões de reais 
Aumento da contribuição ao regime próprio de previdência 

A alíquota máxima de contribuição ao regime próprio de previdência passa de 11% para 14% para servidores com salários acima de 5.300 reais por mês. A alíquota de 14% será cobrada sobre apenas parte do salário que ultrapassar 5.000 

Redução dos salários iniciais do funcionalismo 

Governo criou um estágio probatório para o serviço público. Durante esse estágio, os servidores não poderão ganhar mais de 5.000 reais. Oliveira afirma que salários dos servidores são maiores que os pagos à funcionários da iniciativa privada. Deu como exemplo administradores, economistas e contadores que ganham 16 mil reais após três anos de função no governo e receberiam de 4.000 a 6.000 na iniciativa privada. Também haverá ampliação da quantidade de níveis de promoção de nove para até 30, o que fará que o servidor leve mais tempo para chegar ao topo da carreira. 

Adoção do teto remuneratório 

Teto salarial de 33,7 mil mensais deverá ser aplicado a todas os servidores civis. Essa medida terá um impacto de 725 milhões de reais apenas na esfera do governo federal. 

Redução de benefícios 

Benefícios como auxílio-moradia e auxílio-transferência sofrerão redução. O moradia, por exemplo, será limitado a quatro anos, sofrendo uma redução de 25% a cada ano. 
Extinção de 60 mil cargos 

São cargos desocupados, que não geral redução de despesa imediata, mas evita a geração de gasto no futuro com a reocupação das vagas.

* Via Revista Veja online

domingo, 13 de agosto de 2017

Feliz dia dos pais.


O projeto de parlamentarismo.

O Estadão resume o projeto de Aloysio Nunes (PSDB-SP) para instituir o parlamentarismo no Brasil:
– O presidente seria eleito por voto direto e teria a função de chefe de Estado e Comandante Supremo das Forças Armadas;
– Seu mandato seria de quatro anos e caberia a ele nomear o primeiro-ministro, com quem ficaria a chefia do governo;
– A Câmara poderia ser dissolvida pelo presidente, “ouvido o Conselho da República”;
– O Congresso teria o poder de aprovar “moção de censura” ao governo – equivalente à demissão do gabinete –, medida que só produziria efeito com a posse do novo primeiro-ministro.

Parlamentarismo com esses parlamentares? 

*Via O Antagonista

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Deflagrada guerra no PT; Dilma chama Lula de covarde,


Campanha 2018 a mil pelo Brasil. Período de nervos à flor da pele. Negociações entre quatro paredes, acordos, desacordos, dito pelo não dito, até o momento de oficializar o enlace matrimonial; amor eterno até a página 2.
Tentativa de Temer de aproximação com PSDB, criando Coligação Alckmim presidente, Rodrigo Maia vice, encontra resistência  governador de São Paulo; convicto de que trocar figurinhas codom atual administração inviabilizaria sua candidatura.
PMDB investe fichas em Doria. Ideia é bajular e massagear o ego do ainda iniciante no prostíbulo, aliciando-o para o partido, transformando-o no candidato a presidente, com Maia vice.
Alckmim perderia mais com a saída de Doria; racha indesejável no seio Tucano, com a debandada daqueles que nutrem simpatia com PMDB.
Em meio a esse alinhavar, PT segue sua saga rumo à bancarrota. Lula decepcionou mais uma vez.
Procurou seguidores e os incumbiu de organizar ato público a Sol aberto, no Rio de Janeiro, em favor de sua candidatura. Fracasso de presença o decepcionou, obrigando-o a falar pra meia dúzia de gatos pingados, em recinto fechado.
Discurso do contraditório contaminado de desespero, culminando com crítica fulminante em cima de Dilma.
Sem ter como esconder rombo herdado por Temer na Economia e assustado com sinais de recuperação, o "Cyborg", pobre de R$ 9 milhões, graças aos poderes de Greyscow, jogou a culpa sob os ombros de sua criatura.
Afirmou, sem ter como alegar não ter sido ele e sim um amigo, que Dilma causou rombo de R$ 500 bilhões ao País, por pura incompetência.
Concluir que Lula está transformando PT numa Torre de Babel, seria minimizar realidade. Descontrolado e sem alternativas, o ex todo Poderoso dá ares de Gaiola das Loucas ao Partido.
Consultada sobre colocação do seu Criador, Mestre e Mentor, a Dama não deixou barato:
- Não me surpreende. Ele sempre foi covarde. Decepção por esperar que comigo agiria diferente.
Mesmo mantendo discurso moderado, afirmando priorizar o Partido, estando pronta pra seguir o por ele determinado, Bote Salva Vidas vem sendo preparado na proa do Titanic da Estrela.
Dilma tem aliados na legenda, prontos pra abandonar o barco ao seu primeiro sinal; pelo jeito Gleisi Hoffmann virará Presidente de Sala vazia.
Possibilidade de boa fatia do PT remar para o PMDB se solidifica. Dilma seria muito bem vinda pra sentar ao lado de Temer, receberia apoio total pra se lançar à senadora, no Estado de sua preferência; caso PMDB permaneça no Poder, teria posição garantida no primeiro escalão do próximo Governo.
Correndo por fora nessa pule de interesses, destaca-se a Emissora da Família Marinho.
Noticias desse perfil desviam atenções sobre Temer, dando-lhe tempo pra se reorganizar e seguir em frente; materialização do maior pesadelo da Rede Globo.
Afirma estarem os repórteres, âncoras e demais profissionais de jornalismo da "Plin Plin", sumariamente proibidos de veicular qualquer notícia desfavorável ao PT, sob pena de demissão imediata.
Atropelos e trocas de farpas, enquanto Bolsonaro e Alvaro Dias correm a galope, crescendo nas pesquisas.
Analistas afirmam que se eleição fosse hoje, os dois estariam no segundo turno, mas não descartam possibilidade de Bolsonaro levar já no primeiro.
Considero qualquer prognóstico prematuro, configurando militância.
Muita água pra correr. Quem ganha impossível afirmar, mas tudo indica já haver o grande perdedor: Luis Ignácio Lula da Silva.
Pra aumentar convicção, mais uma derrota nas urnas.
Visando fortalecer aliados no Nordeste, Lula se lançou em campanha de apoio a candidato PT (Jailson Souza), na disputa de Prefeitura de pequena cidade do Piauí (Miguel Leão) e o Cabra perdeu.
Visto como curral eleitoral tradicional da estrela, esperada vitória serviria de munição pra Campanha ao Planalto. Derrota não deixa dúvidas da queda de prestígio do único Operário Pobre do Mundo, que só viaja de jatinho particular.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

O PT é um partido podre.


Descrição: cid:ii_j61iz8w50_15dba7a628087dec

Vou contar uma piada: O Partido dos Trabalhadores (PT) está tentando imitar o ditador venezuelano que convocou uma Assembléia Nacional Constituinte com a finalidade de redigir uma nova Constituição que deverá reformar o Estado. Inclua-se aí, no caso petista, um “Tribunal Internacional Popular” com a finalidade de julgar o Juiz Sérgio Moro, o que deverá ocorrer no dia 11 de agosto em Curitiba. 
Gostaram da piada? Ora! Esse partido sem ética, sem moral, e dirigido desde sua fundação por gente sem caráter não tem, nem nunca teve, moral para julgar ninguém, principalmente o juiz que deu início a um processo de moralização do país, levando para a cadeia os principais ladrões do erário, homiziados nessa sigla podre.
* Humberto de Luna Freire Filho - médico

domingo, 6 de agosto de 2017

Os documentos da Odebrecht, que provam que Lula recebeu propina, foram anexados ao processo.

O juiz Sergio Moro, nesta última quinta-feira, anexou ao processo contra Lula documentos fornecidos pela Odebrecht.
Eles corroboram os relatos dos delatores sobre o pagamento de propinas para a compra do prédio do Instituto Lula e da cobertura em São Bernardo do Campo.
Diz O Globo:
"Os documentos são vinculados a pagamento de propina ao PT em contratos das plataformas de petróleo PRA–1, P59 e P60; reformas na refinaria Presidente Vargas (Repar), no Paraná; e na montagem do gasoduto Gasduc III, além de valores ilícitos que teriam sido pagos por meio do ex-ministro Guido Mantega ao publicitário João Santana e anotações onde aparece o sítio de Atibaia como assunto a ser tratado diretamente com Lula".
* Via O Antagonista

E o Maduro, quem diria, é "tia"?

Foto extraída da internet ( via facebook)

sábado, 5 de agosto de 2017

Michel Temer não vai estragar meu ano.


Como bem me apontou outro dia um amigo, o governo Temer é o menos ruim dos três que o petismo proporcionou ao Brasil. Convém, mesmo, reconhecer os fatos: Temer é produto de duas chapas eleitorais petistas e, no curto espaço que lhe coube, exibe resultados que não podem ser depreciados. Para recordar: emenda constitucional que estabeleceu limite aos gastos públicos; reforma trabalhista e fim da sinecura sindical; afastamento de milhares de militantes a serviço de causas partidárias nos órgãos de Estado, governo e administração; inflação abaixo do centro da meta; investimento de R$ 1 bilhão no sistema prisional; reforma do ensino médio; redução de cinco pontos percentuais na taxa de juros; extinção de oito ministérios; e se alguém chegar com um espelhinho no nariz de dona Economia perceberá que ela, lentamente, volta a respirar.
 Mas nem só por isso 2017 foi um ano melhor do que os precedentes. Aumentou muito o número de brasileiros conscientes de que não se pode brincar com o gasto público e de que é necessário tirar de campo, nas próximas eleições, bem identificados picaretas aproveitadores do erário. A Lava Jato preserva seu vigor, com reconhecimento nacional. Réu em seis processos, Lula colheu sua primeira condenação. Vem aí uma reforma da Previdência. Criou-se necessária rejeição social às regalias de certas categorias funcionais e aumentou a intolerância em relação aos corporativismos do setor público e privado. É o primeiro passo para que essas coisas mudem. Ampliou-se a consciência de que precisamos reformar nossas instituições. Ou seja, tornamo-nos mais esclarecidos sobre temas essenciais e isso, sob o ponto de vista político e administrativo, é promissor para o horizonte de 2019-2022.
Então, o novelo em que se enrolou Michel Temer não vai estragar meu ano. A propósito, a Câmara não o julgou e, menos ainda, o inocentou porque essas não eram atribuições suas. Aquele plenário tinha diante de si a tarefa constitucional de decidir sobre a conveniência de o STF processá-lo neste momento. E decidiu que, de momento, ele fica onde está. De momento. A fila anda e a Justiça o espera, mas o Brasil precisa de estabilidade e das reformas em negociação.
 A saída dele serviria ao PT, a seus coligados, a seus movimentos ditos sociais, a seus fazedores de cabeça na Educação, a seus sindicatos e respectivos “exércitos”. Ou seja, daria a alguns uma alegria que estragaria meu ano e meu humor. Se a maior parte dos detentores de mandato até aqui investigados, de todos os pelos, só amargará acertos nos próximos anos, que também Temer entre nessa lista. Por enquanto, que fique quieto na sua cadeirinha e tenha modos. Por enquanto.
 Observo, nas redes sociais, súbita atividade dos militantes de esquerda em defesa da ética na política. Essa mobilização não me convence nem comove. Aliás, faz lembrar o antagonismo entre os Manos e os Bala na Cara. É disputa pelo mercado do crime organizado. No ano que vem, fora todos eles!
* Texto por Percival Puggina

Na Corte do crime organizado.

O diagnóstico do Ministro Raul Jungmann, da Defesa, sobre o Rio de Janeiro – “um estado capturado pelo crime organizado” -, desde ontem sob intervenção militar, aplica-se, a rigor, a todo o país. A começar por Brasília.

O que a Lava Jato tem exibido, há três anos, com minúcias de detalhes, não é outra coisa senão adegradação institucional decorrente da presença de criminosos, autônomos ou em quadrilhas, em alguns dos mais altos cargos da República, nos três Poderes.

Não começou com Temer, que nada mais é que a continuidade do governo anterior, do PT, em que figurou como vice.

Tal como Dilma, Temer foi imposto ao PT por Lula como o vice ideal para o avanço da obra petista. Os dois primeiros mandatos de Lula prepararam a máquina estatal, via aparelhamento, para o estágio seguinte, que seria o início do processo revolucionário.

Tudo isso está nas atas do 5º Congresso do PT, realizado em Salvador, em 2015. Lula construiu as bases da aliança com os países bolivarianos, integrantes do Foro de São Paulo, aos quais brindou com financiamentos do BNDES, para obras de infraestrutura e reaparelhamento da força militar. Preparou o ambiente.

A Força Aérea venezuelana, reequipada com verba brasileira, possui jatos russos de última geração capazes de fazer o trajeto Caracas-Brasília em 30 minutos. Os nossos fazem em 3,30 horas.

Internamente, Lula rejeitou, de início, a proposta de José Dirceu de aliança formal com o PMDB. Optou por comprar apoio no varejo, estratégia que vigeu até o advento do Mensalão, denunciado, em 2005, por um dos parceiros, o deputado Roberto Jefferson, do PTB, que se sentiu logrado na repartição do butim estatal.

Lula, apesar do escândalo, reelegeu-se. Mas aproximou-se mais do PMDB, tornando-o parceiro preferencial, passando a dispor de maior espaço na máquina estatal, da qual não mais se afastaria.

No governo Dilma, a parceria formalizou-se. E Temer, que presidia o PMDB e já havia presidido a Câmara diversas vezes, foi o ungido. Como virtuose do fisiologismo, cumpriria, como de fato cumpriu, o papel de garantir a coesão do partido.

A esse projeto se associou, com entusiasmo, o então governador do Rio, Sérgio Cabral, mais próximo de Lula e Dilma que qualquer outro governador petista. O resultado é conhecido.

O ponto fora da curva, nessa parceria que parecia indestrutível, foi o choque entre Dilma e Eduardo Cunhano segundo mandato da presidente. Nem Temer conseguiu (ou quis) contorná-lo.

Dele, resultou o impeachment e o olho gordo do PMDB em abocanhar sozinho o poder. Mas o staff do partido que serviu a Lula e Dilma é o mesmo que serve a Temer – inclusive os ministros demitidos por denúncias de corrupção: Geddel Vieira Lima, Romero Jucá, Henrique Alves, que integravam o núcleo duro palaciano.

Os que estão na marca do pênalti, citados em delações – Eliseu Padilha, Moreira Franco, Helder Barbalho -, também serviram ao PT. Sarney Filho (PV) e Gilberto Kassab (PSD), embora de outras legendas, sentem-se (e são) parte da mesma família, desde Lula.

Temer é, pois, coautor da herança maldita que administra. E até o ministro que escolheu para geri-la, Henrique Meirelles, é parte do legado. O que os distingue é que o PMDB não está comprometido com a causa revolucionária do Foro de São Paulo, o que explica a fúria de seus antigos aliados. Frustrou o projeto bolivariano.

O roubo petista ia além do simples propósito de tornar os seus agentes ricos (sem, claro, deixar de atende-los). Visava, sobretudo, à sustentação de um projeto criminoso – e permanente - de poder. O roubo do PMDB é o convencional. Atende às demandas pessoais do infrator. O do PT, por ter em vista a causa revolucionária, de unir o continente pela esquerda, banalizou o milhão e o bilhão.

Chegou ao trilhão – e quebrou o país. Mas não apenas. Os vínculos com o narcotráfico, em especial as Farc, explícito nas atas do Foro de São Paulo, inaugurou um período de leniência na legislação penal e de forte estímulo ao crime organizado.

O Rio é o epicentro dessa ação. No período petista, o Brasil deixou de ser apenas corredor de exportação da droga; tornou-se o segundo consumidor de cocaína do mundo e o primeiro de crack. A inteligência do Exército já detectou que o país já é também produtor, abrigando aqui gente dos cartéis vizinhos.

O ministro Jungmann informou que o Estado Maior das Forças Armadas que se instalou no Rio – e deve permanecer até o final de 2018 – constatou que ao menos dois países vizinhos, cujo nome, por motivos óbvios, não pode ainda citar (mas que todos sabemos ser Bolívia e Colômbia), incorporaram o lucro do tráfico ao seu PIB.

Tornaram-se narcocracias e, como tal, tornam mais complexo o desbaratamento do crime organizado. O Brasil hoje é um imenso Rio de Janeiro, cuja capital está na Esplanada dos Ministérios.

* Por Ruy Fabiano em blog vindodospampas

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Uma questão de coerência.

Algumas pessoas tem criticado Bolsonaro em razão da votação de ontem na Câmara dos Deputados.
Uns dizem que votando contra a permanência de Temer ele teria se aliado aos “comunas”: petistas e outras ervas daninhas;
Outros dizem que ele votou ao sabor da mídia e da conveniência política.
O fato é que quem analisar a conduta do Bolsonaro, como parlamentar e como pessoa, saberá que ele jamais apoiará, principalmente no poder, sob qualquer pretexto, alguém que tenha envolvimento com corrupção, mesmo diante de uma denúncia tão pobre - sob o ponto de vista factual e jurídico - apresentado pelo procurador Geral, notadamente esquerdista bolivariano, indicado pela ex (sic) terrorista Dilma, amigo e protegido de Joesley Batista.
Bolsonaro é coerente com seu pensamento e convicções, sempre atento e fiel aos ensinamentos e aprendizado no Exército Brasileiro. O bom militar sempre será na vida civil um homem que pauta sua vida na hierarquia, disciplina e honestidade.
A caserna ensina, aos de boa índole, a viver sob a égide da Lei e da Ética.
Bolsonaro traz consigo esses ensinamentos. Se fosse um homem de esquerda seria execrado por sua conduta eivada de correção e dignidade, pela própria esquerda. Como é de direita, está sendo criticado injustamente por todos os seguimentos de esquerda, centro esquerda e os chamados “liberais”, apenas pelo fato e não querer no poder, e na Presidência da República, um homem que foi cúmplice e apoiador da depredação que a esquerda fez no país nos últimos 14 anos.
Bolsonaro pode ser criticado sim. Todos tem o direito de ter e emitir suas opiniões, até o limite que o respeito impõe.
Mas o que ninguém pode negar é que Bolsonaro votou de acordo com sua consciência e suas convicções. Tudo uma questão de coerência com seu discurso, seu aprendizado, sua conduta.

Maceió, 03 de Agosto de 2017

Mario Jorge Tenorio Fortes


*E-mail dirigido à Folha de São Paulo

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Mais sujo do que "pau de galinheiro", Dom Lulone se tornou réu outra vez.

A Lava Jato pescou o molusco, em plena atividade para voltar a presidência.

O ex-presidente, ex-palestrante, réu e agora, condenado Lula da Silva, acaba de se tornar réu pela sexta vez. O juiz federal Sergio Moro, responsável pela primeira condenação de 9 anos e 6 meses de prisão na Operação Lava Jato, resolveu aceitar a denúncia do Ministério Público Federal contra o petista pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso envolvendo o sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP), supostamente reformado pelas empreiteiras Odebrecht e OAS e pelo pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente.
Mas existe grande possibilidade de ele ser salvo pela máfia e voltar a ser presidente do país. É do conhecimento público, que assim como mulher de malandro, o brasileiro adora apanhar, ser enganado e roubado. Portanto, não se admirem se, brevemente, Dom Lulone voltar ao poder e ainda mandar prender todos os seus opositores.
Isto aqui é Brasil! Mas se você não quer viver a mesma situação na qual vive hoje o povo venezuelano, lute! E mostre que não é covarde baixando a cabeça para um bando de corrupto que, diuturnamente, só trabalha pensando em e enriquecer.



A cegueira dos fanáticos.

É simplesmente assombrosa a hipocrisia dos “mortadelas” com relação aos fatos recentes do nosso país.

Eles (os “mortadelas”) seguem fielmente os passos do conhecido Decálogo de Lenin, onde o falecido ditador comunista quis ensinar como se prepara uma revolução para a tomada do poder. Lição copiada e imitada aqui na América LATRINA, pelos líderes bolivarianos.
No Brasil, sob a batuta do mestre guerrilheiro José Dirceu, tentou-se implantar tais regras e, se não houve sucesso, o crédito é todo da direita. A mesma direita que eles (os “mortadelas”) adoram apelidar de coxinha, entre outros adjetivos menos usados.
Tudo começou com o surrado discurso de apoio aos pobres. Uma saga que fez “apenas” 14 milhões perderem o emprego. Mas a culpa é das elites dominantes e fascistas. Claro, pois pimenta nos olhos alheios é...
Depois, seguiu com a vitimização dos líderes (Lula da Silva e Cia), todos transformados em coitadinhos perseguidos. Que grande balela!
Tão perseguidos foram por uma cruel e sanguinária ditadura, que puderam voltar vivos para cá, anistiados, e ainda se inscreveram para receber polpudas indenizações. E o Lula, que nem precisou fugir?...
Descobertos com a “mão na massa”, a turma bolivariana perdeu o governo e agora tem o desplante de culpar o companheiro Temer (era vice da Dilma e foi votado por todos os “mortadelas”, sem exceção) pelo caos institucional criado nos últimos governos.
Aliás, existe um grupelho de parlamentares que é especialista neste discurso hipócrita da “injustiça”, do “coitadismo” e da “TEMERidade”.
E, continuam – como se não houvesse provas em contrário – que os ÚNICOS vilões das reformas que estão sendo votadas, são só os outros.
Ora, quanta dissimulação! Estas mesmas reformas foram propostas pelo injustiçado ser mais honesto do planeta. Ah, se esqueceram disso? É lógico, pois a memória seletiva faz parte da trama diabólica dos bolivarianos, e da hipocrisia dos FALSOS CEGOS.
Mas, a coisa não para por aí.
Segundo os “mortadelas”, as delações realizadas só tem valor contra os outros. Pois, sempre que respinga nos nossos, se trata de deslavada mentira, é vendeta, ou perseguição. E só valem se for para manchar a reputação do pessoal que não é bolivariano. Pode?

É mais ou menos como aquela história sobre os tais “anos de chumbo”: NÃO ACREDITE NO SEU PAI, MAS SIM NO PROFESSOR MACONHEIRO DE 40 ANOS QUE VIVE ATÉ HOJE NA CASA DA MÃE.

*Marcelo Aiquel - advogado, Porto Alegre.

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Lula fez saques milionários antes do bloqueio dos R$ 9 milhões.

Luiz Inacio Lula da Silva fez saques milionários antes do bloqueio dos R$ 9 milhões. Ex-presidente movimentou R$ 52 milhões em suas contas. Só a pequena empresa do petista, sediada em seu endereço residencial, movimentou 52,3 milhões de reais. Siga o dinheiro Moro!

Há poucos dias, o juiz federal Sérgio Moro determinou o bloqueio de R$ 9 milhões que o ex-presidente Lula mantinha investidos na BrasilPrev, do Banco do Brasil. Parte do valor, R$ 7.190.963,75, relativo a um plano empresarial da LILS (empresa de palestras do petista) e o outro, R$ 1.848.331,34, referente a um plano individual. Segundo o BrasilPrev, havia "dois planos de VGBL de titularidade do sr. Luiz Inácio Lula da Silva".
A pequena empresa de palestras do petista foi registrada no mesmo endereço de sua residência em Sã Bernado do Campo, SP, e chegou a movimentar um total de R$ 52,3 milhões logo que Lula deixou a presidência. Apesar da movimentação milionária, o Banco Central encontrou apenas R$ 606 mil nas outras contas do petista na ocasião do bloqueio determinado pelo juiz Sérgio Moro.
Pouco antes da deflagração da Operação Lava Jato, Lula efetuou um saque de R$ 5,3 milhões de um total de R$ 7,5 milhões que havia lucrado apenas com juros e dividendos naquele período. De acordo com um relatório do Conselho de Controle das Atividades Financeiras (Coaf), do Ministério da Fazenda, Lula aplicou R$ 35,17 milhões em fundos de investimento, entre abril de 2011 e maio de 2015. Os valores foram investidos via BB Gestão de Recursos – Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.
As informações são de um documento produzido em março pela Lava Jato;
Abaixo a cópia do documento do Coaf sobre a movimentação financeira de Lula, no valor total de R$ 52.333.636,17, encaminhado para a Polícia Federal.

É claro que isto representa um choque para alguns petistas e ativistas da esquerda. Muitos se recusam a acreditar que seu líder máximo acumulou tantos milhões com seus esquemas de corrupção. O documento acima comprova a movimentação financeira de Lula em apenas um pequeno intervalo de tempo. No canto superior do lado direito, é possível identificar a cifra levantada pelo Coaf a pedido da Polícia Federal. Embora isto represente uma grande decepção para os ativistas da esquerda, não se trata de Fake News, como muitos gostariam. É fato. Lula movimentou milhões, dos quais quase R$ 10 milhões foram bloqueados pela Justiça.
*Com http://www.topbuzz.com

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Preso pela PF o ex-presidente do Banco do Brasil e Petrobras Aldemir Bendine.

A prisão de Aldemir Bendine está no âmbito da Operação Cobra, 42ª fase da Lava Jato, que apura corrupção corrupção e lavagem de dinheiro.
Foram expedidos, ao todo, 11 mandados de busca e apreensão e 3 de prisão temporária.
Aldemir Bendine e seus comparsas são suspeitos de receber ao menos 3 milhões de reais de propina da Odebrecht, para favorecer a empreiteira dentro da Petrobras.
Os pagamentos só foram interrompidos com a prisão de Marcelo Odebrecht.
Cobra é o pseudônimo nas planilhas de propina da empreiteira do principal investigado nesta fase da Lava Jato: Aldemir Bendine. Em seu relatório o MPF diz que há indícios de que Aldemir Bendine "é um criminoso habitual". Ou seja, o presidente do Banco do Brasil do governo Lula e da Petrobras do governo Dilma é um meliante.
Aldemir Bendine procurava um banco no exterior. O MPF anexou aos autos email de Cassio Segura, representante do BB Americas, com informações para ajudar o ex-presidente do BB.

A Lava Jato temia que Bendine fugisse do país. Ele tinha passagem de ida para Lisboa marcada para amanhã. Seu advogado afirma que sua volta estava marcada para 18 de agosto. Disse ainda que apresentará a passagem de volta ao Juiz Serio Moro.
Brendine também tem cidadania italiana. A pedido do MPF, a embaixada da Itália no Brasil confirmou em ofício a cidadania italiana de Aldemir Bendine e que el possui passaporte daquela nacionalidade...

A lava jato descobriu indícios que o irmão do marqueteiro André Gustavo bancou despesas de Amanda Bendine, filha do ex-presidente do BB e da Petrobras...

*Via O Antagonista

"Especialistas" da esquerda temem Lula fora da disputa em 2018.

"Estudiosos" dizem que partido e esquerda não têm outro representante para o pleito

Após a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e seis meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o cenário das Eleições 2018 está incerto e provoca um vazio eleitoral especialmente para o PT.

Segundo especialistas ouvidos pelo R7, sem a presença do político, o partido não tem nomes representativos e fortes o suficiente para vencer o pleito.

Na avaliação do cientista político Fábio Wanderley Reis, professor emérito da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), o risco de o petista não poder se candidatar em 2018 deixa o quadro “pouco favorável ao PT”. 

— Não acho que haja nenhuma liderança no quadro do PT que tenha viabilidade e que seja uma aposta mais ou menos segura.
Segundo o doutor em ciência política Guilherme Simões Reis, professor da UniRio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro), “não existe” alguém dentro do PT ou até mesmo na esquerda com o apelo de Lula.

— Existem dois cenários completamente diferentes com Lula e sem Lula. No campo da esquerda não teria nenhum candidato natural. Acho difícil o PT ter um nome competitivo sem Lula.

Mesmo se o TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) ratificar a sentença do juiz federal Sérgio Moro, isso não impediria que ele concorresse à Presidência em 2018. Porém, se ele não conseguisse disputar as eleições, os estudiosos ouvidos pelo R7 dizem que nenhum candidato do PT teria as mesmas chances que ele de ganhar.

O docente da UFMG diz que, “mesmo que Lula não possa concorrer, é tranquilo que ele passa a ter um efeito de transferir votos em grande medida”. Segundo ele, “vimos isso acontecer duas vezes com a Dilma [Rousseff]”.

— A Dilma era a pior candidata do mundo. No entanto, ganhou a primeira e a segunda eleição. Um milagre do Lula.

O professor emérito da UFMG diz que “alguma coisa parecida poderia se repetir” com alguns nomes como o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT-CE) e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT-SP). Na quinta-feira, inclusive, o próprio Lula indicou que Haddad ou os governadores de Estado do PT poderiam disputar a eleição presidencial caso ele estivesse impedido.

Guilherme Simões Reis concorda com os possíveis substitutos do ex-presidente citados pelo colega e diz que outros nomes para concorrer às eleições no “lugar” de Lula como candidato da esquerda seriam a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) ou o coordenador nacional do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), Guilherme Boulos.

— O Celso Amorim poderia ser um candidato mais competitivo, mas não a ponto de conseguir vencer a eleição. Eu acho que ele tem uma imagem de seriedade e de não político. Seria um candidato que não é muito conhecido e que passa uma imagem de moderação, ao mesmo tempo, agradando a esquerda.

Porém, o professor da UniRio diz acreditar que, mesmo com o apoio de Lula, “a transferência de voto é sempre limitada” e “não é tão simples”.
Nesta semana, o ex-presidente sofreu mais dois reveses. Na quarta-feira (19), o BC (Banco Central) bloqueou R$ 606.727,12 das contas do petista. A decisão cumpriu uma ordem feita por Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato em primeira instância.
Depois, na quinta-feira (20), Moro determinou o bloqueio de mais R$ 9 milhões de planos de previdência privada do ex-presidente. O dinheiro está em duas contas da BrasilPrev — uma em nome do próprio Lula e outra no nome da LILS, a empresa usada pelo petista para dar palestras.

* Giorgia Cavicchioli, no Portal.r7

terça-feira, 25 de julho de 2017

Depois de oito meses, STF ‘destrava’ processo contra Renan Calheiros.

O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) (Foto:Cristiano Mariz/VEJA)

O Supremo Tribunal Federal (STF) destravou um processo envolvendo o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) quase oito meses depois de o plenário da Corte aceitar a denúncia contra o peemedebista pelo crime de peculato. O acórdão do recebimento da denúncia, constituído pelo relatório e os votos de todos os ministros que participaram da decisão, deve ser publicado no Diário da Justiça Eletrônico no início do próximo mês, depois de o ministro Celso de Mello concluir a revisão de um voto proferido em 1º de dezembro do ano passado.

Naquela ocasião, por 8 votos a 3, os ministros do STF decidiram tornar Renan réu por peculato – o peemedebista é acusado de desviar recursos públicos de verbas indenizatórias do Senado por meio da contratação de uma locadora de veículos em 2005.

Em dezembro, os ministros do Supremo aceitaram a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) pelo crime de peculato, mas rejeitaram as acusações de falsidade ideológica e uso de documento falso. Mello foi um dos oito ministros que votaram pelo recebimento parcial da denúncia contra o senador alagoano.

Após a publicação do acórdão, será aberto um prazo de cinco dias para a defesa de Renan apresentar embargos de declaração, recurso para que o tribunal esclareça pontos da decisão.

Julgamento

No processo, que tramita desde 2007 no STF, Renan Calheiros era suspeito de receber propina da construtora Mendes Júnior, que pagaria as despesas pessoais da jornalista Mônica Veloso, com quem mantinha relacionamento extraconjugal. Na época, o peemedebista renunciou à presidência do Senado em uma manobra para não perder o mandato.

Com o desdobramento das investigações, surgiram indícios de que parte da verba indenizatória estaria sendo desviada por Renan – uma das hipóteses levantadas é a de que o desvio teria como finalidade o pagamento da pensão.

O ministro Edson Fachin, relator do processo, destacou no julgamento de dezembro que a defesa de Renan apresentou notas fiscais emitidas em nome da empresa Costa Dourada Veículos, totalizando 89.600 reais. No entanto, depois da análise dos extratos bancários da empresa e do próprio Renan, não ficou confirmado o efetivo pagamento dos valores. A defesa alega que o pagamento foi feito em dinheiro.

Depois do julgamento, Renan Calheiros afirmou em nota que recebia com “tranquilidade” a decisão do STF e “permanece confiante na Justiça”. “A aceitação da denúncia, ainda que parcial, não antecipa juízo de condenação”, dizia o comunicado divulgado pela assessoria de imprensa de Renan na época.

* Com Estadão Conteúdo

Com sobrevivemos ao PT?


O Deputado federal Marco Tebaldi (PSDB) está distribuindo uma nota com resumo dos "números" estarrecedores" deixados pelos governos do PT. A relação das doações, subsídios, benefícios e liberação de bilionários recursos a fundo perdido é a seguinte, constante do documento:

– R$ 40 bilhões com os Jogos Olímpicos
– R$ 30 bilhões com a Copa do Mundo de Futebol
– R$ 121 bilhões desviados da Petrobras
– R$ 12,6 bilhões repassados a 7,7 mil ONGs, governo Lula
– R$ 9 bilhões em publicidade, no primeiro governo Dilma
– R$ 7 bilhões em publicidade, governo Lula
– R$ 1 bilhão ao MST e outros movimentos do PT-Dilma
– R$ 152 milhões repassados ao MST-governo Lula
– R$ 154 milhões com cartão corporativo, gestão Dilma
– R$ 65,9 milhões repassados à UNE
– R$ 50 milhões com cartão corporativo (gastos secretos), Lula
– R$ 11 milhões repassados a blogueiros petistas no impeachment
– R$ 6,5 bilhões em obras na República Dominicana
– R$ 1 bilhão de mesada à ditadura cubana, disfarce "Mais Médicos" 
– US$ 2,9 bilhões investidos a fundo perdido a países africanos
– US$ 1,5 bilhão de prejuízo no falto assalto às refinarias da Petrobras na Bolívia.
–US$1,22 bilhão na 2ª ponte sobre o rio Orinoco, Venezuela
–US$1,5 bilhão na construção de um trem subterrâneo na Argentina 
–US$1 bilhão para o metrô Cidade do Panamá, Panamá
–US$900 milhões de perdão de dívidas a ditaduras africanas
–US$792,3 milhões de prejuízo na compra da refinaria de Pasadena, Texas
–US$ 732 milhões na construção do metrô de Caracas, Venezuela
–US$692 milhões para o porto de Mariel, Cuba
–US$636,8 milhões nos gasodutos da distribuidora Cammesa, Argentina
–US$400 milhões em auxílio para compra de alimentos para Cuba
–US$200 milhões para compra de máquinas agrícolas para Cuba
–US$6 milhões para melhorias no porto de Mariel, em Cuba;

Ex-prefeito de Joinville, Marco Tebaldi indaga:
"Quantos anos os trabalhadores (o povo brasileiro) vai levar para pagar essa herança maldita? E o irônico é que quem criou a crise está querendo se aproveitar dela para voltar ao poder."

domingo, 23 de julho de 2017

O fiasco de Lula.

Está cada vez mais claro que o ex-presidente só está mesmo interessado em evitar a cadeia, posando de perseguido político.


Faltou povo no ato que pretendia defender Lula da Silva, na quinta-feira, em São Paulo e em outras capitais. Apenas os militantes pagos - e mesmo assim nem tantos, já que o dinheiro anda escasso no PT - cumpriram o dever de gritar palavras de ordem contra o juiz Sérgio Moro, contra o presidente Michel Temer, contra a imprensa, enfim, contra “eles”, o pronome que representa, para a tigrada, todos os “inimigos do povo”. 

À primeira vista, parece estranho que o “maior líder popular da história do Brasil”, como Lula é classificado pelos petistas, não tenha conseguido mobilizar mais do que algumas centenas de simpatizantes na Avenida Paulista, além de outros gatos-pingados em meia dúzia de cidades. Afinal, justamente no momento em que esse grande brasileiro se diz perseguido e injustiçado pelas “elites”, as massas que alegadamente o apoiam deveriam tomar as ruas do País para demonstrar sua força e constranger seus algozes, especialmente no Judiciário. 

A verdade é que o fiasco da manifestação na Avenida Paulista resume os limites da empulhação lulopetista. A tentativa de vincular o destino de Lula ao da democracia no País, como se o chefão petista fosse a encarnação da própria liberdade, não enganou senão os incautos de sempre - e mesmo esses, aparentemente, preferiram trabalhar ou ficar em casa a emprestar solidariedade a seu líder. 

Está cada vez mais claro - e talvez até mesmo os eleitores de Lula já estejam desconfiados disso - que o ex-presidente só está mesmo interessado em evitar a cadeia, posando de perseguido político. A sentença do juiz Sérgio Moro contra o petista, condenando-o a nove anos de prisão, mais o pagamento de uma multa de R$ 16 milhões, finalmente materializou ao menos uma parte da responsabilidade do ex-presidente no escândalo de corrupção protagonizado por seu governo e por seu partido. Já não são mais suspeitas genéricas a pesar contra Lula, e sim crimes bem qualificados. Nas 238 páginas da sentença, abundam expressões como “corrupção”, “propina”, “fraude”, “lavagem de dinheiro” e “esquema criminoso”, tudo minuciosamente relatado pelo magistrado. Não surpreende, portanto, que o povo, a quem Lula julga encarnar, tenha se ausentado da presepada na Avenida Paulista. 

O fracasso é ainda mais notável quando se observa que o próprio Lula, em pessoa, esteve na manifestação. Em outros tempos, a presença do demiurgo petista com certeza atrairia uma multidão de seguidores, enfeitiçados pelo seu palavrório. Mas Lula já não é o mesmo. Não que lhe falte a caradura que o notabilizou desde que venceu a eleição de 2002 e que o mantém em campanha permanente. Mas seu carisma já não parece suficiente para mobilizar apoiadores além do círculo de bajuladores. 

Resta a Lula, com a ajuda de seus sabujos, empenhar-se em manter a imagem de vítima. Quando o juiz Sérgio Moro determinou o bloqueio de R$ 600 mil e de bens de Lula para o pagamento da multa, a defesa do ex-presidente disse que a decisão ameaçava a subsistência dele e de sua família. Houve até quem dissesse que a intenção do magistrado era “matar Lula de fome”. Alguns petistas iniciaram uma “vaquinha” para ajudar Lula a repor o dinheiro bloqueado - e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, durante o ato na Paulista, disse que “essa é a diferença entre nós e a direita: nós temos uns aos outros”. 

* Via Editorial do Estadão - 23.07.2017

sábado, 22 de julho de 2017

Bloqueados bens de Lula, inclusive 9 milhões em investimento VGBL.




BrasilPrev comunica a Moro bloqueio de R$ 9 milhões de Lula. Confisco foi ordenado pelo juiz da Lava Jato que condenou ex-presidente a nove anos e seis meses de prisão.
É incrível como um ex-operário que jamais foi bem remunerado e que nunca, comprovadamente, prestou serviços, disponha de tanto dinheiro em investimento ( que pode ser sacado a qualquer tempo ), em seu próprio nome, disfarçado de Previdência privada.
Imaginem a possibilidade desse homem pode ter por aí, em nome de laranjas, no país e o exterior! 
Isto sem falar nos outros bens que foram bloqueados pela Justiça: R$ 606,7 mil bloqueados pelo juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, a título de reparação de danos à Petrobras pela condenação por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá, além do valor depositado em quatro bancos — Caixa (R$ 123,8 mil), Banco do Brasil (397,6 mil), Bradesco (R$ 63,7 mil) e Itaú (R$ 21,5 mil) —, foram bloqueados dois automóveis (uma picape Ford Ranger ano 2013 e um Omega CD ano 2010) e quatro imóveis em São Bernardo do Campo (SP), sendo três apartamentos e o sítio Engenho da Serra, no Distrito de Riacho Grande.
É,sem dúvida, um homem rico para os padrões brasileiros e internacionais.