terça-feira, 13 de junho de 2017

A liberdade sangra!

O LULISMO E A CENSURA
(Poema para o ex presidente LULA)
 
A liberdade de expressão sangra!
Está literalmente em risco de vida
A facada -- quase fatal -- emigra
Do Nordeste e fere a mãe querida
Ó, ingrato filho, dei-te o leite das Liberdades
Fiz de ti o primogênito da Democracia
Agora feito Vulcano cravas-me sem dignidade
Os ferros agora presentes em tua lulocracia
Prendendo-me às rochas da ignomínia
Pretendes-me excluir da sociedade
Jamais imaginei, Ó filho ingrato, serdes
Capaz de procederdes em tamanha maldade
 
Neste teu vulgar pedido contra as Liberdades
Deixaste claro o quanto e tanto de vulgaridades
Residem no teu espírito demoníaco de cordeiro
Enclausurado na sacristia d'um governo vil
 
Abandonastes a mecânica dos nobres ideais
Transformastes o corpo na máquina dos cardeais
Vitupérios que sangram a livre expressão
- Mesmo a expressão d'um mercado de opressão
 
Ó filho das minhas entranhas democráticas
Esquecestes a paixão pelas Liberdades
Amas agora a deusa das iniqüidades
Por ela pedes que se esqueçam as verdades
 
Por ela Ó filho das minhas Liberdades
Tomas o cetro do divino Stalin e
Impõe num mágico pedido deblaterativo
Teu mais puro horror das pudicas obviedades
 
Quanta desgraça! Quanta ironia!
Jamais imaginara nos teus braços -- um dia --
Acabar em estádio de miserável agonia
Eu -- a Liberdade -- que por ti morreria.

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